O DIA EM QUE APAGARAM A LUZ
- Autor(a): Camila Fabbri
- Editora: Editora Nós
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ISBN: 9786585832175
ANO DE EDIÇÃO: 2024
PÁGINAS: 160
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1
PESO: 150G
ANO DE EDIÇÃO: 2024
PÁGINAS: 160
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1
PESO: 150G
Numa noite quente de dezembro do ano de 2004, uma tragédia parou a Argentina, transformou sua juventude e reconfigurou o modo de ser de toda uma geração: o incêndio na casa de shows República Cromañón que vitimou 194 pessoas, ferindo outras 1432.
Uma tragédia desse porte era anunciada há tempos: então, as casas de shows no país eram exíguas e precárias para a demanda de fãs do chamado rock chabón, que exigia farta pirotecnia e ambiência digna de estádios de futebol em suas performances. Nesse estilo, o grupo Callejeros era dos mais renomados e (super)lotaria a República Cromañón nos dias 28, 29 e 30 daquele dezembro.
Instantes após o início do seu último show, ainda na primeira música, um foguete atingiu o teto, produzindo uma fumaça escura que se alastraria num átimo por toda Cromañón.
A escritora argentina Camila Fabbri esteve no show do dia 29, o último antes da tragédia. Neste romance de não-ficção, ela se debruça sobre essa cicatriz geracional. Utilizando de recursos próprios do jornalismo, Fabbri tece uma ficção-pura-verdade, a partir de entrevistas com amigos, amigas, pais, mães e quem quer que possa ajudar a redescobrir a lembrança daquela noite de pavor. É a literatura tentando recolher todo fragmento de horror, alívio ou desespero.
O dia em que apagaram a luz é uma carta aberta a uma geração que antecipadamente teve de lidar com as chagas do luto. Um romance polifônico, que olha o passado através dos olhos dos sobreviventes.
Uma tragédia desse porte era anunciada há tempos: então, as casas de shows no país eram exíguas e precárias para a demanda de fãs do chamado rock chabón, que exigia farta pirotecnia e ambiência digna de estádios de futebol em suas performances. Nesse estilo, o grupo Callejeros era dos mais renomados e (super)lotaria a República Cromañón nos dias 28, 29 e 30 daquele dezembro.
Instantes após o início do seu último show, ainda na primeira música, um foguete atingiu o teto, produzindo uma fumaça escura que se alastraria num átimo por toda Cromañón.
A escritora argentina Camila Fabbri esteve no show do dia 29, o último antes da tragédia. Neste romance de não-ficção, ela se debruça sobre essa cicatriz geracional. Utilizando de recursos próprios do jornalismo, Fabbri tece uma ficção-pura-verdade, a partir de entrevistas com amigos, amigas, pais, mães e quem quer que possa ajudar a redescobrir a lembrança daquela noite de pavor. É a literatura tentando recolher todo fragmento de horror, alívio ou desespero.
O dia em que apagaram a luz é uma carta aberta a uma geração que antecipadamente teve de lidar com as chagas do luto. Um romance polifônico, que olha o passado através dos olhos dos sobreviventes.
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