O DIABO MESQUINHO
- Autor(a): Fiódor Sologub
- Editora: Kalinka
R$ 55,00
FORMAS DE PAGAMENTO
Pix
1 x sem juros de R$ 55,00 no Pix
Cartão de Credito
1 x sem juros de R$ 55,00 no Cartão de Credito
Boleto
1 x sem juros de R$ 55,00 no Boleto
R$ 55,00
Quantidade
Produto Indisponível
Avise-me quando chegar
AUTOR: FIÓDOR SOLOGUB
TRADUÇÃO: MOISSEI MOUNTIAN
ILUSTRAÇÃO: FABIO FLAKS
ANO DE EDIÇÃO: 2018
ISBN: 9788561096007
PÁGINAS: 392
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 14 X 21
PESO: 497G
TRADUÇÃO: MOISSEI MOUNTIAN
ILUSTRAÇÃO: FABIO FLAKS
ANO DE EDIÇÃO: 2018
ISBN: 9788561096007
PÁGINAS: 392
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 14 X 21
PESO: 497G
O romance O Diabo Mesquinho, de Fiódor Sologub (1863-1927), escrito na passagem do século XIX para o XX, foi traduzido diretamente do russo, numa publicação inédita no Brasil.A obra conta as peripécias de Ardalión Boríssytch Peredónov, um professor do ginásio de uma pequena província russa do fim do século XIX, que busca uma esposa para alcançar o sonhado posto de inspetor. Numa série de intrigas e confusões, alimentadas por seus incorrigíveis circunvizinhos, o maldoso Peredónov passa a ser assaltado por estranhas alucinações, como a nedotykomka, que culminam num inexorável processo de loucura. Num enredo paralelo, mas que se mistura às diversas tramas e intrigas, temos o caso de amor da alegre Ludmila e o belo ginasiano Sacha, que conhece com ela as marcas ambíguas dos seus primeiros desejos.Peredónov, expressão máxima de uma sociedade mesquinha e decaída, tornou-se personagem tão marcante na sua época que seu nome passou a ser usado para caracterizar certos comportamentos egoístas e insensíveis, algo como Oblómov, do homônimo romance de Gontcharóv.As situações de O Diabo Mesquinho, escrito por Sologub durante dez anos (1892-1902), beiram o nonsense e tocam, ao mesmo tempo, em questões cheias de concretude e violência, relacionadas ao poder, à autoridade, ao funcionalismo público etc., sempre permeadas por flechadas irônicas, pessimistas e destituídas de psicologismos.A escrita pessimista de Fiódor Sologub, influenciada tanto pela narrativa de Cervantes (D.Quixote era seu livro de cabeceira) e pelo idealismo de Schopenhauer como pelo riso de Gógol e pelas questões de moralidade de Dostoiévski, mostra-nos um mundo no qual não há mais espaço para os ideais de perfeição, amor e beleza.com ela as marcas ambíguas dos seus primeiros desejos.Peredónov, expressão máxima de uma sociedade mesquinha e decaída, tornou-se personagem tão marcante na sua época que seu nome passou a ser usado para caracterizar certos comportamentos egoístas e insensíveis, algo como Oblómov, do homônimo romance de Gontcharóv.As situações de O Diabo Mesquinho, escrito por Sologub durante dez anos (1892-1902), beiram o nonsense e tocam, ao mesmo tempo, em questões cheias de concretude e violência, relacionadas ao poder, à autoridade, ao funcionalismo público etc., sempre permeadas por flechadas irônicas, pessimistas e destituídas de psicologismos.A escrita pessimista de Fiódor Sologub, influenciada tanto pela narrativa de Cervantes (D.Quixote era seu livro de cabeceira) e pelo idealismo de Schopenhauer como pelo riso de Gógol e pelas questões de moralidade de Dostoiévski, mostra-nos um mundo no qual não há mais espaço para os ideais de perfeição, amor e beleza.
TEMPORADA NO INFERNO
TEMPORADA NO FUTURO
TEMPORADA CONTRA TIRANIA