O DIÁRIO DE UM LOUCO
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AUTOR: Lu Xun
ISBN: 9786554611053
ANO DE EDIÇÃO: 2026
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 20 X 4
PESO: 440G
ISBN: 9786554611053
ANO DE EDIÇÃO: 2026
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 20 X 4
PESO: 440G
“LuXunéumgênio.
CresciestudandoLuXun,eotenhoimitado,masnuncaconseguisuperá-looudeixardeladosuainfluência” – MoYan(PrêmioNobeldeLiteraturade2012) Considerado o fundador da literatura moderna na China, Lu Xun (1881-1936) foi poeta, tradutor e ensaísta, mas se destacou sobretudo por seus contos. O diário de um louco – Contos completos de Lu Xun – Acervo 31 reúne, pela primeira vez no Brasil, e em tradução direta do chinês, toda a sua produção ficcional no gênero. O volume compreende as três coletâneas de histórias curtas publicadas pelo autor: O grito (1923), Hesitação (1926) e Histórias antigas recontadas (1936). Nelas se encontra um autor irônico e profundamente crítico das tradições de seu país, e também um painel de tintas fortes da cultura chinesa, sua rotina e seus mitos. Lu Xun foi um dos principais líderes do Movimento Quatro de Maio, manifestação iniciada por universitários chineses em 1919, contra a concessão de antigos territórios alemães aos japoneses, conforme o Tratado de Versalhes, que deu início a uma onda de protestos fundamentais para a renovação cultural chinesa, que daria os contornos do país no século XX.
Em 1918, publicou o conto “O diário de um louco”, a primeira obra da literatura chinesa moderna escrita em chinês vernacular, incorporando as variações linguísticas de todo o país, em contraposição ao padrão clássico dominante. O texto, que se tornaria um marco, aborda questões ancestrais com olhar crítico e observa o canibalismo como símbolo das regras sociais chinesas. “A verdadeira história de Ah Q” é outro conto seu que se tornou célebre. A ponto de o termo “Ah Q-ísmo” ter se incorporado ao vocabulário chinês para definir o hábito de considerar as derrotas como “vitórias morais”. Além desses dois, os demais contos publicados em sua primeira coletânea, O grito , publicada em 1923, abordam, com um olhar crítico e irônico, diversos costumes arcaicos, entre eles a ingestão de pão embebido em sangue humano como medicamento, a obrigatoriedade draconiana do uso de tranças e a posição subalterna das mulheres na sociedade chinesa. Em Hesitação , r
CresciestudandoLuXun,eotenhoimitado,masnuncaconseguisuperá-looudeixardeladosuainfluência” – MoYan(PrêmioNobeldeLiteraturade2012) Considerado o fundador da literatura moderna na China, Lu Xun (1881-1936) foi poeta, tradutor e ensaísta, mas se destacou sobretudo por seus contos. O diário de um louco – Contos completos de Lu Xun – Acervo 31 reúne, pela primeira vez no Brasil, e em tradução direta do chinês, toda a sua produção ficcional no gênero. O volume compreende as três coletâneas de histórias curtas publicadas pelo autor: O grito (1923), Hesitação (1926) e Histórias antigas recontadas (1936). Nelas se encontra um autor irônico e profundamente crítico das tradições de seu país, e também um painel de tintas fortes da cultura chinesa, sua rotina e seus mitos. Lu Xun foi um dos principais líderes do Movimento Quatro de Maio, manifestação iniciada por universitários chineses em 1919, contra a concessão de antigos territórios alemães aos japoneses, conforme o Tratado de Versalhes, que deu início a uma onda de protestos fundamentais para a renovação cultural chinesa, que daria os contornos do país no século XX.
Em 1918, publicou o conto “O diário de um louco”, a primeira obra da literatura chinesa moderna escrita em chinês vernacular, incorporando as variações linguísticas de todo o país, em contraposição ao padrão clássico dominante. O texto, que se tornaria um marco, aborda questões ancestrais com olhar crítico e observa o canibalismo como símbolo das regras sociais chinesas. “A verdadeira história de Ah Q” é outro conto seu que se tornou célebre. A ponto de o termo “Ah Q-ísmo” ter se incorporado ao vocabulário chinês para definir o hábito de considerar as derrotas como “vitórias morais”. Além desses dois, os demais contos publicados em sua primeira coletânea, O grito , publicada em 1923, abordam, com um olhar crítico e irônico, diversos costumes arcaicos, entre eles a ingestão de pão embebido em sangue humano como medicamento, a obrigatoriedade draconiana do uso de tranças e a posição subalterna das mulheres na sociedade chinesa. Em Hesitação , r
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