O Jeito Yanomami de Pendurar Redes
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AUTOR: Thiago Benucci
ISBN: 9786555052404
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 288
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 22.5 X 1.76
PESO: 325G
ISBN: 9786555052404
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 288
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 22.5 X 1.76
PESO: 325G
O Jeito Yanomami de Pendurar Redes traz ao leitor uma etnografia da arquitetura yanomami do Marauiá. Descreve e analisa a concepção de um habitar, seus meios de construção, a tipologia das suas moradas físicas e espirituais. Uma concepção de “arquitetura” impregnada da cultura e cosmologia do grupo, mostrando uma intensa vida comunitária impregnada de espiritualidade e tradições.
Faz-nos ver uma outra visão do que sejam as noções de espaço, de materialidade e de habitação dos povos Yanomami da região, ainda que sob a capa de uma rubrica diretamente associada aos pressupostos civilizatórios ocidentais. Vemos os acampamentos temporários, as casas-aldeia nas clareiras domésticas, as casas-montanha habitadas pelos espíritos e também as casas de espíritos construídas no peito dos pajés durante as iniciações xamânicas. E mostra como esse povo resiste ao eterno embate em torno dos seus direitos à terra. Por seu intermédio, acompanhamos os movimentos de agregação e de desagregação dos grupos e das moradas; os regimes de transformação das casas e dos corpos; os sentidos míticos e xamânicos em torno das categorias do perecível e do imperecível, adentrando em um modo de existência radicalmente oposto ao da exploração da terra causada pela civilização industrial que, cada vez mais, nos destina ao colapso.
Faz-nos ver uma outra visão do que sejam as noções de espaço, de materialidade e de habitação dos povos Yanomami da região, ainda que sob a capa de uma rubrica diretamente associada aos pressupostos civilizatórios ocidentais. Vemos os acampamentos temporários, as casas-aldeia nas clareiras domésticas, as casas-montanha habitadas pelos espíritos e também as casas de espíritos construídas no peito dos pajés durante as iniciações xamânicas. E mostra como esse povo resiste ao eterno embate em torno dos seus direitos à terra. Por seu intermédio, acompanhamos os movimentos de agregação e de desagregação dos grupos e das moradas; os regimes de transformação das casas e dos corpos; os sentidos míticos e xamânicos em torno das categorias do perecível e do imperecível, adentrando em um modo de existência radicalmente oposto ao da exploração da terra causada pela civilização industrial que, cada vez mais, nos destina ao colapso.
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