O OFICIO
- Autor(a): Serguei Dovlátov
- Editora: Kalinka
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AUTOR: SERGUEI DOVLÁTOV
TRADUÇÃO: DANIELA MOUNTIAN / YULIA MIKAELYAN
ILUSTRAÇÃO: DANIELA MOUNTIAN
ANO DE EDIÇÃO: 2018
ISBN: 9788561096090
PÁGINAS: 232
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 14 X 21
PESO: 292G
TRADUÇÃO: DANIELA MOUNTIAN / YULIA MIKAELYAN
ILUSTRAÇÃO: DANIELA MOUNTIAN
ANO DE EDIÇÃO: 2018
ISBN: 9788561096090
PÁGINAS: 232
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 14 X 21
PESO: 292G
Em O ofício, uma novela em duas partes (Resmesló, 1985), o cultuado escritor russo Serguei Dovlátov (1941–1990) descreve com impagável (auto) ironia “as peripécias de seus manuscritos” — sua biografia literária — em dois momentos da vida: na URSS e nos EUA, após ter emigrado (1978).A primeira parte da novela, O livro invisível, escrita entre 1975 e 1976, retrata as tentativas frustradas de publicação do jovem escritor na União Soviética, onde prevalecia uma burocracia ilógica e absurda. Também é descrita a talentosa geração de escritores dos anos 1960 de Leningrado (atual São Petersburgo) da qual fizeram parte Anatóli Náiman, Evguéni Rein, Joseph Brodsky e Vladímir Maramzin.Em O jornal invisível (1984/85), Dovlátov narra o início de sua vida nos EUA, os quiproquós de um jornal russo nova-iorquino, e o começo de seu reconhecimento como escritor. A segunda parte do livro mostra, hilariamente, o estranhamento do refugiado soviético por entre os arranha-ceús de Nova Iorque, que “é a tal ponto medonha que atinge certa harmonia”. Se em Parque Cultural (ed. Kalinka, 2016), o autor-narrador hesita em partir de seu país natal, em O ofício o encontramos na América, que também não é poupada de seu “implacável espírito de observação”.Com uma forma concisa, fragmentada e metalinguística, O ofício, como acontece na maior parte das obras de Dovlátov, é conduzido por uma narração em primeira pessoa, em que realidade e fantasia são continuamente confundidas, criando um universo artístico único.a nos EUA, os quiproquós de um jornal russo nova-iorquino, e o começo de seu reconhecimento como escritor. A segunda parte do livro mostra, hilariamente, o estranhamento do refugiado soviético por entre os arranha-ceús de Nova Iorque, que “é a tal ponto medonha que atinge certa harmonia”. Se em Parque Cultural (ed. Kalinka, 2016), o autor-narrador hesita em partir de seu país natal, em O ofício o encontramos na América, que também não é poupada de seu “implacável espírito de observação”.Com uma forma concisa, fragmentada e metalinguística, O ofício, como acontece na maior parte das obras de Dovlátov, é conduzido por uma narração em primeira pessoa, em que realidade e fantasia são continuamente confundidas, criando um universo artístico único.
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