O rio que me corta por dentro
- Autor(a): Raul Damasceno
- Editora: Astral Cultural
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AUTOR: Raul Damaceno
ISBN: 9786555666397
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 176
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1
PESO: 250G
ISBN: 9786555666397
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 176
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1
PESO: 250G
“Nova promessa da literatura nacional, Raul tece com originalidade a história de amor proibido entre dois meninos às margens de um rio. Um mergulho na complexidade das emoções, arrastando o leitor pelas correntezas da alma.”Paulo Ratz, criador de conteúdo literárioEm Carrasco, lugarzinho perdido no sertão cearense, Cícero passa a infância à espera. A mãe, Aneci, trabalha como empregada doméstica na capital e volta apenas uma vez por ano, sempre em dezembro, para a terra que tanto a machucou e para o filho. E são nesses poucos dias que o garoto deságua em amor.
No restante do ano, Cícero aprisiona a saudade. E cultiva o sonho de ir. Ir embora com a mãe. Ir embora encontrar a mãe.É só ao lado de Luzimar, vizinho e amigo, que a dor aquieta. Dois pares de pernas que correm Carrasco de ponta a ponta e desembocam na beira daquele rio que tudo leva, menos a saudade. Essa fica represada, à espera do próximo ano-novo.
Até que Aneci deixa de voltar.
Enquanto a espera se prolonga após dezembros de ausência, Cícero e Luzimar se descobrem homens ao se encontrarem um no outro. Mas ser homem nestas terras — e nestas águas — também significa saber escolher bem suas armas…E a correnteza desse rio ainda tem muito passado para contar.
No restante do ano, Cícero aprisiona a saudade. E cultiva o sonho de ir. Ir embora com a mãe. Ir embora encontrar a mãe.É só ao lado de Luzimar, vizinho e amigo, que a dor aquieta. Dois pares de pernas que correm Carrasco de ponta a ponta e desembocam na beira daquele rio que tudo leva, menos a saudade. Essa fica represada, à espera do próximo ano-novo.
Até que Aneci deixa de voltar.
Enquanto a espera se prolonga após dezembros de ausência, Cícero e Luzimar se descobrem homens ao se encontrarem um no outro. Mas ser homem nestas terras — e nestas águas — também significa saber escolher bem suas armas…E a correnteza desse rio ainda tem muito passado para contar.
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TEMPORADA NO FUTURO
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