O VIVO
- Autor(a): Adriana Lisboa
- Editora: Relicário
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AUTOR: ADRIANA LISBOA
ANO DE EDIÇÃO: 2021
ISBN: 9786589889069
PÁGINAS: 84
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 13 X 21
PESO: 200G
ANO DE EDIÇÃO: 2021
ISBN: 9786589889069
PÁGINAS: 84
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 13 X 21
PESO: 200G
"O vivo é o quarto volume de poesia de Adriana Lisboa, premiada romancista, contista e tradutora brasileira. Pela Relicário Adriana também publicou, em 2019, Deriva, volume de poesia finalista nos prêmios Oceanos e Jabuti 2020.
O vivo conta com prefácio de Cláudia Roquette-Pinto e texto de orelha de Prisca Agustoni.“(…) É assim que os reinos animal (répteis, vaga-lumes, aves, moscas, rãs, porcos, abelhas), vegetal (belas emílias, cravos, rosas, magnólias, amarantos) e mineral (basalto sanguíneo) se tornam o motivo e os interlocutores de Adriana, numa reafirmação da interconectividade de todas as formas vivas, sua igualdade de protagonismo, sua interdependência. O uso constante de nomes científicos parece acenar para uma universalidade dos fenômenos – a despeito da língua com que os homens os nomeiem – denunciando, ao mesmo tempo, uma certa ingenuidade nesta nomeação, já que, no fim das contas, como pergunta a poeta, ‘o que será uma flor/ sem significante/ nem significado?´”.menos – a despeito da língua com que os homens os nomeiem – denunciando, ao mesmo tempo, uma certa ingenuidade nesta nomeação, já que, no fim das contas, como pergunta a poeta, ‘o que será uma flor/ sem significante/ nem significado?'” (Cláudia Roquette-Pinto)
O vivo conta com prefácio de Cláudia Roquette-Pinto e texto de orelha de Prisca Agustoni.“(…) É assim que os reinos animal (répteis, vaga-lumes, aves, moscas, rãs, porcos, abelhas), vegetal (belas emílias, cravos, rosas, magnólias, amarantos) e mineral (basalto sanguíneo) se tornam o motivo e os interlocutores de Adriana, numa reafirmação da interconectividade de todas as formas vivas, sua igualdade de protagonismo, sua interdependência. O uso constante de nomes científicos parece acenar para uma universalidade dos fenômenos – a despeito da língua com que os homens os nomeiem – denunciando, ao mesmo tempo, uma certa ingenuidade nesta nomeação, já que, no fim das contas, como pergunta a poeta, ‘o que será uma flor/ sem significante/ nem significado?´”.menos – a despeito da língua com que os homens os nomeiem – denunciando, ao mesmo tempo, uma certa ingenuidade nesta nomeação, já que, no fim das contas, como pergunta a poeta, ‘o que será uma flor/ sem significante/ nem significado?'” (Cláudia Roquette-Pinto)
TEMPORADA NO INFERNO
TEMPORADA NO FUTURO
TEMPORADA CONTRA TIRANIA