PÁSSAROS DA AMÉRICA
- Autor(a): Lorrie Moore
- Editora: José Olympio
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AUTOR: Lorrie Moore
TRADUÇÃO: CECÍLIA BRANDI
ANO DE EDIÇÃO: 2021
ISBN: 9788503012805
PÁGINAS: 294
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 15.5 X 23
PESO: 380G
TRADUÇÃO: CECÍLIA BRANDI
ANO DE EDIÇÃO: 2021
ISBN: 9788503012805
PÁGINAS: 294
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 15.5 X 23
PESO: 380G
Best-seller do New York Times, livro reúne os melhores contos da premiada autora norte-americana Lorrie MooreQuinto livro de ficção de Lorrie Moore – aclamada pela crítica e pelo público como uma das maiores escritoras norte-americanas – e seu trabalho mais pujante, Pássaros da América reúne doze contos originalmente publicados em importantes jornais e revistas como The New York Times, Elle, The Paris Review e The New Yorker. O livro figurou durante semanas na lista de best-sellers do The New York Times. Particularmente delicadas e pungentes, as narrativas têm como fio condutor personagens consumidos pelo tédio, pela angústia, pela falta de objetivo: pela própria vulnerabilidade humana. E em vez de definir tramas elaboradas em direção a uma resolução clara, ou mesmo provisória, Moore esboça as dificuldades que seus protagonistas frustrados e sem muita ambição na vida enfrentam e não conseguem superar. Eles não chegaram aonde pretendiam, mas, apesar disso, continuam vivendo. Ainda que façam piadas o tempo todo – para afastar a dor e o desapontamento –, há algo de triste nessas figuras. Elas exemplificam a capacidade de Moore de mapear a paisagem emocional das pessoas perdidas e solitárias, que se depararam com situações-limite, que se sentem fora do ninhos. Em cada história, Moore habilita seus personagens, permitindo que seus pensamentos e conversas brilhem com o jogo de palavras, com o sarcasmo, usados com originalidade surpreendente. Não importa quão caótica seja a vida, a mente das personagens ainda funciona com sensatez. Os cenários das histórias são os mais diversos: Chicago, a mais populosa cidade de Illinois, conhecida por suas aparições no cinema, é reduzida ao cenário decrépito de uma atriz decadente de Hollywood; um Natal em família, com um divertido e revelador jogo de mímica, acontece em uma casa tradicional do sul do Maine; em Minnesota, um professor de Direito de cinquenta anos, desiludido com suas experiências amorosas, decide escrever o ensaio “Os jovens foram enviados à Terra para divertir os velhos. Então por que não se divertir?”, e, se sua retórica será capaz de salvar sua vida, é uma questão que Moore se recusa a responder. É com maestria que, em Pássaros da América, Lorrie Moore retrata a vida dessas pessoas e suas relações interpessoais, suas idiossincrasias, seus sonhos e, principalmente, a forma como lidam consigo mesmas. O que se segue poderia ser difícil de ler, mas a ficção ainda nos faz rir nos momentos de horror desvelado. Co resolução clara, ou mesmo provisória, Moore esboça as dificuldades que seus protagonistas frustrados e sem muita ambição na vida enfrentam e não conseguem superar. Eles não chegaram aonde pretendiam, mas, apesar disso, continuam vivendo. Ainda que façam piadas o tempo todo – para afastar a dor e o desapontamento –, há algo de triste nessas figuras. Elas exemplificam a capacidade de Moore de mapear a paisagem emocional das pessoas perdidas e solitárias, que se depararam com situações-limite, que se sentem fora do ninhos. Em cada história, Moore habilita seus personagens, permitindo que seus pensamentos e conversas brilhem com o jogo de palavras, com o sarcasmo, usados com originalidade surpreendente. Não importa quão caótica seja a vida, a mente das personagens ainda funciona com sensatez. Os cenários das histórias são os mais diversos: Chicago, a mais populosa cidade de Illinois, conhecida por suas aparições no cinema, é reduzida ao cenário decrépito de uma atriz decadente de Hollywood; um Natal em família, com um divertido e revelador jogo de mímica, acontece em uma casa tradicional do sul do Maine; em Minnesota, um professor de Direito de cinquenta anos, desiludido com suas experiências amorosas, decide escrever o ensaio “Os jovens foram enviados à Terra para divertir os velhos. Então por que não se divertir?”, e, se sua retórica será capaz de salvar sua vida, é uma questão que Moore se recusa a responder. É com maestria que, em Pássaros da América, Lorrie Moore retrata a vida dessas pessoas e suas relações interpessoais, suas idiossincrasias, seus sonhos e, principalmente, a forma como lidam consigo mesmas. O que se segue poderia ser difícil de ler, mas a ficção ainda nos faz rir nos momentos de horror desvelado. Co
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