POR MIL BLUSAS POR DIA
- Autor(a): Serena Ballita
- Editora: Palavras Educação
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AUTOR: Serena Ballita
ISBN: 9786560781924
ANO DE EDIÇÃO: 2025
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 30 X 4.5
PESO: 208G
ISBN: 9786560781924
ANO DE EDIÇÃO: 2025
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 30 X 4.5
PESO: 208G
No dia 25 de março de 1911, um trágico incêndio na Triangle Shirtwaist Factory em Nova York, ceifou avida de 129 operárias, muitas delas imigrantes italianas. Por mil blusas por dia dá voz a umatestemunha singular e inesperada: uma das blusas shirtwaist fabricadas naquela oficina de costura. Épor meio da sua memória têxtil, ilustrada com belíssimas imagens, que revivemos as esperanças eos sonhos das jovens trabalhadoras, retratadas como "cometas ardentes" que se lançaram das janelasdo edifício em chamas.
A narrativa poética e comovente acompanha a coragem de figuras reais, como as ativistasRose Schneiderman e Rose Rosenfeld Friedman, que lideraram a histórica greve das "vinte mil"operárias, reivindicando não apenas "o pão" (melhores condições de trabalho e salários), mastambém "as rosas" (direitos, beleza e dignidade). O livro desfaz o mito de que a origem do 8 demarço estaria nesse incêndio, mostrando como a data é fruto de décadas de luta feminista e sindical,da qual a tragédia foi um catalisador trágico, mas não a origem.
Mais do que um relato histórico, essa é uma reflexão atemporal sobre a luta pelos direitos dasmulheres, a segurança no trabalho e a resistência contra a exploração. Uma obra essencial quehomenageia as vítimas do passado e inspira as lutas do presente, lembrando-nos que a busca poruma sociedade mais justa e equitativa é um caminho que deve continuar a ser percorrido.
A narrativa poética e comovente acompanha a coragem de figuras reais, como as ativistasRose Schneiderman e Rose Rosenfeld Friedman, que lideraram a histórica greve das "vinte mil"operárias, reivindicando não apenas "o pão" (melhores condições de trabalho e salários), mastambém "as rosas" (direitos, beleza e dignidade). O livro desfaz o mito de que a origem do 8 demarço estaria nesse incêndio, mostrando como a data é fruto de décadas de luta feminista e sindical,da qual a tragédia foi um catalisador trágico, mas não a origem.
Mais do que um relato histórico, essa é uma reflexão atemporal sobre a luta pelos direitos dasmulheres, a segurança no trabalho e a resistência contra a exploração. Uma obra essencial quehomenageia as vítimas do passado e inspira as lutas do presente, lembrando-nos que a busca poruma sociedade mais justa e equitativa é um caminho que deve continuar a ser percorrido.
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