RÉQUIEM
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ISBN: 9788535940152
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 264
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.5
PESO: 329G
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 264
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.5
PESO: 329G
Um celista brilhante, um músico nazista invejoso e uma cidade inteira começando a delinear um futuro de atrocidades. Réquiem é um romance sóbrio e sofisticado sobre o início da perseguição aos judeus na Alemanha nazista. Karl Alfred Loeser veio para o Brasil em 1934, fugindo do regime de Hitler. O manuscrito de Réquiem foi encontrado apenas após sua morte, em 1999. Publicado na Alemanha em 2023, o livro se tornou um sucesso de público e crítica.
O livro narra a vida de Erich Krakau, renomado celista judeu e orgulho da orquestra da pequena cidade onde vive. A despeito dos presságios sombrios, ele acredita estar seguro em seu círculo artístico. Até que Fritz Eberle, filho do padeiro local, músico inábil e membro da SA, decide tomar seu posto. A situação é tão absurda que, a princípio, parece improvável que dê certo. Mas, no estilo de um thriller político, a atmosfera fica mais e mais opressiva à medida que o antissemitismo é mobilizado como catalisador de tensões sociais, dando vazão ao oportunismo, à ganância e à inveja, e fazendo do povo judeu bode expiatório da nação.
Escrito em 1938 — antes da Segunda Guerra e da Shoah —, Réquiem carrega a singular marca de ter prenunciado o futuro que, a julgar pelos parâmetros morais da Europa do entreguerras, deveria beirar o impensável.
O livro narra a vida de Erich Krakau, renomado celista judeu e orgulho da orquestra da pequena cidade onde vive. A despeito dos presságios sombrios, ele acredita estar seguro em seu círculo artístico. Até que Fritz Eberle, filho do padeiro local, músico inábil e membro da SA, decide tomar seu posto. A situação é tão absurda que, a princípio, parece improvável que dê certo. Mas, no estilo de um thriller político, a atmosfera fica mais e mais opressiva à medida que o antissemitismo é mobilizado como catalisador de tensões sociais, dando vazão ao oportunismo, à ganância e à inveja, e fazendo do povo judeu bode expiatório da nação.
Escrito em 1938 — antes da Segunda Guerra e da Shoah —, Réquiem carrega a singular marca de ter prenunciado o futuro que, a julgar pelos parâmetros morais da Europa do entreguerras, deveria beirar o impensável.
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