ROSÁCEA
- Autor(a): ORIDES FONTELA
- Editora: Editora Hedra
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AUTOR: ORIDES FONTELA
ISBN: 9786551590122
ANO DE EDIÇÃO: 2026
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 20 X 1
PESO: 200G
ISBN: 9786551590122
ANO DE EDIÇÃO: 2026
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 20 X 1
PESO: 200G
Autora homenageada da 24ª FlipRosáceas são rosas desabrochadas dentro de vitrais circulares coloridos, usadas para adornar catedrais góticas. Quarto livro de Orides Fontela, publicado em 1986, Rosácea traz, mesmo com horizonte espiritual, essa maior concretude em suas representações imagéticas do real. Edição com textos de Augusto Massi, Patrícia Lavelle e Verônica Stigger."A primeira impressão que nos assalta é a de um misto de júbilo e de espanto. Júbilo, porque não é sempre (ou melhor, é muito raro) que uma autora nos concede a dádiva do milagre da poesia; espanto, porque mais raro ainda quase não se chega a entender como pôde Orides extrair tanto de tão pouco, como pôde dizer tudo o que nos diz a partir de estruturas e recursos formais tão sucintos e singelos.
Mas o segredo dessa altíssima poesia reside justamente aí, nessa linguagem de essencialidades, nesse discurso cuja limpidez dói até no próprio espírito, nessa dicção exata e cristalina na qual o quê e o como da expressão poética convivem num diálogo de harmonia e organicidade absolutas. Não há em Rosácea, como tampouco em Alba, um único poema de que se possa dizer seja sequer mediano. É tudo de extraordinária altura e dignidade literárias. E isso alegra. E desconcerta." (Ivan Junqueira, O Estado de S. Paulo, 20 jul. 1986)
Mas o segredo dessa altíssima poesia reside justamente aí, nessa linguagem de essencialidades, nesse discurso cuja limpidez dói até no próprio espírito, nessa dicção exata e cristalina na qual o quê e o como da expressão poética convivem num diálogo de harmonia e organicidade absolutas. Não há em Rosácea, como tampouco em Alba, um único poema de que se possa dizer seja sequer mediano. É tudo de extraordinária altura e dignidade literárias. E isso alegra. E desconcerta." (Ivan Junqueira, O Estado de S. Paulo, 20 jul. 1986)
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