SABERES NO PÉ DO TAMBU
- Autor(a): Antônio Filogenio de Paula
- Editora: Malê
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ISBN: 9786587746807
ANO DE EDIÇÃO: 2022
PÁGINAS: 182
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 14 X 1
PESO: 235G
ANO DE EDIÇÃO: 2022
PÁGINAS: 182
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 14 X 1
PESO: 235G
A expressão “Saberes no pé do Tambu” que dá título ao livro faz referência aos aprendizados que adquirimos com as pessoas mais velhas da tradição da Caiumba. O pé do tambu é onde se guarda o conhecimento ancestral que atravessa gerações desde o continente africano à sua chegada no brasil até os dias de hoje.
Por meio desses saberes no pé do tambu são apresentados modos de ser e estar no mundo que estão presentes na Caiumba, a dança-rito da umbigada cultivada e celebrada pelos afro-paulistas do médio Tietê. Uma herança bantu no interior do Estado de São Paulo que permitiu a vida para essas pessoas, mesmo sob o jugo da escravidão.
Com esses saberes é possível estabelecer um sentido comunitário de existência, o que amplia a noção de ser com o outro. Com isso, indica um lugar em que o ser humano possa se (re)encontrar com a vida.É um texto escrito com carinho e envolvimento de quem vive e pensa a partir desse lugar. Um lugar de acolhimento, de segurança e de educação. Um espaço necessário, tal como os quilombos, para nosso fortalecimento, nosso gnuzu. Um lugar de (re)significação, (re)existência e (re)encantamento. Esse lugar é bantu = pessoas que procuram alimentar o sentido de serem pessoas em comunhão com todos os ntu = seres da natureza.
Salve os Kumba! Salve a Kanda! Salve a Kaiumba! Ubuntu!
Por meio desses saberes no pé do tambu são apresentados modos de ser e estar no mundo que estão presentes na Caiumba, a dança-rito da umbigada cultivada e celebrada pelos afro-paulistas do médio Tietê. Uma herança bantu no interior do Estado de São Paulo que permitiu a vida para essas pessoas, mesmo sob o jugo da escravidão.
Com esses saberes é possível estabelecer um sentido comunitário de existência, o que amplia a noção de ser com o outro. Com isso, indica um lugar em que o ser humano possa se (re)encontrar com a vida.É um texto escrito com carinho e envolvimento de quem vive e pensa a partir desse lugar. Um lugar de acolhimento, de segurança e de educação. Um espaço necessário, tal como os quilombos, para nosso fortalecimento, nosso gnuzu. Um lugar de (re)significação, (re)existência e (re)encantamento. Esse lugar é bantu = pessoas que procuram alimentar o sentido de serem pessoas em comunhão com todos os ntu = seres da natureza.
Salve os Kumba! Salve a Kanda! Salve a Kaiumba! Ubuntu!
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