SINFONIA EM BRANCO
- Autor(a): Adriana Lisboa
- Editora: Alfaguara
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AUTOR: Adriana Liboa
ISBN: 9788579622267
ANO DE EDIÇÃO: 2013
PÁGINAS: 320
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23.4 X 1.9
PESO: 478G
ISBN: 9788579622267
ANO DE EDIÇÃO: 2013
PÁGINAS: 320
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23.4 X 1.9
PESO: 478G
Duas irmãs, filhas de um fazendeiro fluminense, são as figuras centrais deste romance, que desvenda o horror e a poesia da vida com rara sensibilidade. Publicado originalmente em 2001 e vencedor do Prêmio José Saramago, Sinfonia em branco foi também finalista do Prix des Lectrices da edição francesa da revista Elle.
Com passagens de grande força poética, Adriana Lisboa narra, numa sequência não cronológica, a história destas irmãs. Clarice, a mais velha, sempre esteve fadada a se casar com o filho do dono da fazenda vizinha, enquanto Maria Inês, a mais nova, acaba por se tornar testemunha pueril e estarrecida de um abuso que dilaceraria a vida da irmã. O silêncio, o interdito, o segredo dão o tom a essa sinfonia. Afonso Olímpio, o pai, vaga como uma sombra enigmática e taciturna, enquanto a mulher, a impotente Otacília, vai se dando conta de sua infelicidade, e tenta resgatar as filhas da desgraça silenciosa, cada vez mais difícil de escapar. Com o tempo, tudo vai se encaminhando não exatamente para um desfecho ou uma “cura”, mas para possibilidades que se abrem. É com a maturidade que elas se dão conta de que é preciso superar o passado.
Com passagens de grande força poética, Adriana Lisboa narra, numa sequência não cronológica, a história destas irmãs. Clarice, a mais velha, sempre esteve fadada a se casar com o filho do dono da fazenda vizinha, enquanto Maria Inês, a mais nova, acaba por se tornar testemunha pueril e estarrecida de um abuso que dilaceraria a vida da irmã. O silêncio, o interdito, o segredo dão o tom a essa sinfonia. Afonso Olímpio, o pai, vaga como uma sombra enigmática e taciturna, enquanto a mulher, a impotente Otacília, vai se dando conta de sua infelicidade, e tenta resgatar as filhas da desgraça silenciosa, cada vez mais difícil de escapar. Com o tempo, tudo vai se encaminhando não exatamente para um desfecho ou uma “cura”, mas para possibilidades que se abrem. É com a maturidade que elas se dão conta de que é preciso superar o passado.
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