TEOREMA
- Autor(a): PIER PAOLO PASOLINI
- Editora: COSAC
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AUTOR: PIER PAOLO PASOLINI
ISBN: 9786555900309
ANO DE EDIÇÃO: 2025
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 15 X 3
PESO: 550G
ISBN: 9786555900309
ANO DE EDIÇÃO: 2025
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 15 X 3
PESO: 550G
Segundo volume da Coleção Pier Paolo Pasolini, Teorema começou a ser escrito em 1966 como drama teatral, simultaneamente às seis tragédias que marcam a maturidade do autor. Contudo, para expressar com mais clareza seu conteúdo, Pasolini transformou a peça e a sua narrativa num texto-colagem de gêneros como prosa, poesia, fábula e relatório, resultando em 48 seções, ou "enunciados" de uma espécie de equação, um teorema bem formulado. "Como queríamos demonstrar, C.
Q.
D.". Ele expõe a dissolução de um núcleo familiar da alta burguesia milanesa nos anos 1960, após a chegada de um jovem e belo hóspede. Quase em silêncio, o visitante acaba por provocar transformações profundas em cada um dos integrantes desse núcleo familiar, e também na mulher que o serve. Em 1968, o livro foi transformado em roteiro cinematográfico e filmado pelo próprio autor, com Terence Stamp, Silvana Mangano e Laura Betti nos papéis principais. A edição traz posfácio do tradutor Maurício Santana Dias e é ilustrada com 165 fotogramas do filme homônimo.
Conforme o tradutor Maurício Santana Dias em seu posfácio, “a obra expressa uma experiência do sagrado que é, simultaneamente, uma experiência do colapso da vida burguesa e da ordem neocapitalista, o que nos anos seguintes — os anos corsários do autor — irá culminar nas formulações de genocídio cultural, mutação antropológica e novo poder (ou neofascismo)”.
Q.
D.". Ele expõe a dissolução de um núcleo familiar da alta burguesia milanesa nos anos 1960, após a chegada de um jovem e belo hóspede. Quase em silêncio, o visitante acaba por provocar transformações profundas em cada um dos integrantes desse núcleo familiar, e também na mulher que o serve. Em 1968, o livro foi transformado em roteiro cinematográfico e filmado pelo próprio autor, com Terence Stamp, Silvana Mangano e Laura Betti nos papéis principais. A edição traz posfácio do tradutor Maurício Santana Dias e é ilustrada com 165 fotogramas do filme homônimo.
Conforme o tradutor Maurício Santana Dias em seu posfácio, “a obra expressa uma experiência do sagrado que é, simultaneamente, uma experiência do colapso da vida burguesa e da ordem neocapitalista, o que nos anos seguintes — os anos corsários do autor — irá culminar nas formulações de genocídio cultural, mutação antropológica e novo poder (ou neofascismo)”.
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