Vida precária (Col. Filô)
- Autor(a): JUDITH BUTLER
- Editora: Autêntica
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AUTOR: JUDITH BUTLER
ISBN: 9788551306437
ANO DE EDIÇÃO: 2019
PÁGINAS: 192
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.1
PESO: 222G
ISBN: 9788551306437
ANO DE EDIÇÃO: 2019
PÁGINAS: 192
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.1
PESO: 222G
Vida precária é um momento de inflexão na trajetória da filosofia de Judith Butler. Temas como a crítica à violência de Estado, a denúncia das torturas aos prisioneiros de Guantánamo, a fina percepção do estado de exceção em que o governo dos Estados Unidos opera na sua contraditória defesa da democracia, o recurso ao pensamento de Michel Foucault – notadamente aos temas da governamentalidade e da biopolítica – e uma interlocução com a ética de Emmanuel Lévinas fazem deste livro um marco no percurso de Butler. Considerado seu livro mais inflamado e pessoal, é uma leitura incontornável no campo do pensamento contemporâneo.
Do subtítulo – Os poderes do luto e da violência –, o leitor desta pequena obra-prima da filosofia política pode depreender que há um fio condutor que vem atravessando as formulações de Butler desde seus primeiros livros: distribuição desigual do luto público, direito ao luto, vidas enlutáveis, luto como elemento fundamental de constituição de um sentimento de comunidade que se oponha ao individualismo, entre outros. Esses elementos, já presentes em obras anteriores de Butler, tornam-se aqui centrais para um debate tão atual quanto necessário no Brasil de hoje, cujas formas de violência reproduzem os mecanismos que, como percebe Butler, constituem o poder e a violência de tornar certas vidas, sempre as mesmas vidas, precárias.
Carla Rodrigues
Do subtítulo – Os poderes do luto e da violência –, o leitor desta pequena obra-prima da filosofia política pode depreender que há um fio condutor que vem atravessando as formulações de Butler desde seus primeiros livros: distribuição desigual do luto público, direito ao luto, vidas enlutáveis, luto como elemento fundamental de constituição de um sentimento de comunidade que se oponha ao individualismo, entre outros. Esses elementos, já presentes em obras anteriores de Butler, tornam-se aqui centrais para um debate tão atual quanto necessário no Brasil de hoje, cujas formas de violência reproduzem os mecanismos que, como percebe Butler, constituem o poder e a violência de tornar certas vidas, sempre as mesmas vidas, precárias.
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