VISITA AO PAI
- Autor(a): CRISTÓVÃO TEZZA
- Editora: Companhia das Letras
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AUTOR: CRISTOVÃO TEZZA
ISBN: 9788535942064
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 448
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 2.5
PESO: 543G
ISBN: 9788535942064
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 448
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 2.5
PESO: 543G
Do vencedor dos prêmios Jabuti, São Paulo de Literatura e Portugal Telecom.
Uma reflexão terna e audaciosasobre um pai e um filho.
Relato de dupla formação, Visita ao pai é uma investigação franca do passado familiar, da política do país — e dos afetos que nos constituem. João Batista Tezza, pouco letrado, começou a fazer anotações num caderno de capa dura em fevereiro de 1931, quando entrou no exército como soldado em Florianópolis, aos vinte anos. E manteve o hábito até a semana em que morreu, precocemente, já professor e advogado, em julho de 1959, em decorrência de um acidente de lambreta.
O escritor Cristovão Tezza sempre soube da existência dos cadernos de seu pai, mas nunca havia se interessado por eles até que, em 2021, durante a pandemia, o autor decidiu lê-los. Naquela espécie de buraco negro da memória familiar onde havia caído, Cristovão notou que o pai transcrevia obsessiva e sistematicamente cartas, telegramas, bilhetes, o conteúdo de documentos como certidões e atestados, dedicatórias de livros e fotografias, e basicamente tudo o que lhe acontecia.
Entremeando narrativa factual a reflexões sobre a formação do pai e sua própria trajetória, e colocando em cena dois momentos cruciais da vida social brasileira (um dominado pelo governo de Getúlio Vargas, o outro sob a ditadura militar), Visita ao pai é uma das experiências mais surpreendentes da nova literatura do país. Uma obra formalmente ousada de um dos mais importantes e premiados autores em atividade.
Uma reflexão terna e audaciosasobre um pai e um filho.
Relato de dupla formação, Visita ao pai é uma investigação franca do passado familiar, da política do país — e dos afetos que nos constituem. João Batista Tezza, pouco letrado, começou a fazer anotações num caderno de capa dura em fevereiro de 1931, quando entrou no exército como soldado em Florianópolis, aos vinte anos. E manteve o hábito até a semana em que morreu, precocemente, já professor e advogado, em julho de 1959, em decorrência de um acidente de lambreta.
O escritor Cristovão Tezza sempre soube da existência dos cadernos de seu pai, mas nunca havia se interessado por eles até que, em 2021, durante a pandemia, o autor decidiu lê-los. Naquela espécie de buraco negro da memória familiar onde havia caído, Cristovão notou que o pai transcrevia obsessiva e sistematicamente cartas, telegramas, bilhetes, o conteúdo de documentos como certidões e atestados, dedicatórias de livros e fotografias, e basicamente tudo o que lhe acontecia.
Entremeando narrativa factual a reflexões sobre a formação do pai e sua própria trajetória, e colocando em cena dois momentos cruciais da vida social brasileira (um dominado pelo governo de Getúlio Vargas, o outro sob a ditadura militar), Visita ao pai é uma das experiências mais surpreendentes da nova literatura do país. Uma obra formalmente ousada de um dos mais importantes e premiados autores em atividade.
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