Viver o medo
- Autor(a): Jean-Claude Bernardet
- Editora: Companhia das Letras
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AUTOR: JEAN-CLAUDE BERNARDET
ISBN: 9788535941951
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 128
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.1
PESO: 188G
ISBN: 9788535941951
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 128
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.1
PESO: 188G
Escrito em parceria com Sabina Anzuategui, Viver o medo é o último livro de Jean-Claude Bernardet, um dos mais importantes críticos de cinema do país. Nesta novela, uma das várias de suas incursões pela ficção, os dois autores ficcionalizam as aventuras sexuais de um homem que, ao envelhecer, se percebe impotente.
O professor de cinema Thomas Tremblay é soropositivo, tem câncer de próstata e está cego. Para piorar, leva mais um golpe do destino: fica impotente depois de um tratamento para o tumor.
Esse problema não é exatamente novidade. A impotência sempre foi um medo — literal e metaforicamente — a pautar sua vida. Aos oitenta e sete anos, saudoso das tórridas experiências gozadas e pronto para enfim enfrentar a realidade, decide escrever suas memórias sexuais. Sozinho, porém, não consegue, e sua ex-aluna Milena lhe dá uma mãozinha nessa trama.
Em Viver o medo, Jean-Claude Bernardet e Sabina Anzuategui registram em detalhes cenas eróticas — em quitinetes, banheiros, hotéis — da juventude de Tremblay, em contraposição a momentos de fragilidade do cotidiano de um homem gay idoso para quem o sexo (consumado) há anos não faz mais parte da rotina.
Ao subverter a autoficção e criar uma espécie de metalivro das aventuras de Bernardet (e, por que não, também de Sabina), os autores chegam a esta história, uma “novela de memórias” sobre a impotência como metáfora da vida.“Afinal, um homem é mais do que as circunstâncias fazem dele. É também o que ele faz — e como ele imagina e recria — suas próprias circunstâncias. E que bom que temos contadas histórias de vidas como a de Bernardet para que os gays de hoje e do futuro entendam, sem qualquer tipo de romantização e de autocomiseração, que é possível envelhecer mantendo o humor e o desejo no horizonte.” — Renan Quinalha
O professor de cinema Thomas Tremblay é soropositivo, tem câncer de próstata e está cego. Para piorar, leva mais um golpe do destino: fica impotente depois de um tratamento para o tumor.
Esse problema não é exatamente novidade. A impotência sempre foi um medo — literal e metaforicamente — a pautar sua vida. Aos oitenta e sete anos, saudoso das tórridas experiências gozadas e pronto para enfim enfrentar a realidade, decide escrever suas memórias sexuais. Sozinho, porém, não consegue, e sua ex-aluna Milena lhe dá uma mãozinha nessa trama.
Em Viver o medo, Jean-Claude Bernardet e Sabina Anzuategui registram em detalhes cenas eróticas — em quitinetes, banheiros, hotéis — da juventude de Tremblay, em contraposição a momentos de fragilidade do cotidiano de um homem gay idoso para quem o sexo (consumado) há anos não faz mais parte da rotina.
Ao subverter a autoficção e criar uma espécie de metalivro das aventuras de Bernardet (e, por que não, também de Sabina), os autores chegam a esta história, uma “novela de memórias” sobre a impotência como metáfora da vida.“Afinal, um homem é mais do que as circunstâncias fazem dele. É também o que ele faz — e como ele imagina e recria — suas próprias circunstâncias. E que bom que temos contadas histórias de vidas como a de Bernardet para que os gays de hoje e do futuro entendam, sem qualquer tipo de romantização e de autocomiseração, que é possível envelhecer mantendo o humor e o desejo no horizonte.” — Renan Quinalha
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