VOZES DE MULHERES NEGRAS
- Autor(a): Ludmilla Lis
- Editora: Pallas
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ISBN: 9786556021485
ANO DE EDIÇÃO: 2024
PÁGINAS: 224
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: -1 X -1
PESO: 260G
ANO DE EDIÇÃO: 2024
PÁGINAS: 224
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: -1 X -1
PESO: 260G
Este trabalho nasce do desejo de debater e refletir a experiência de ser mulher negra na sociedade brasileira, considerando as mulheres racializadas do mundo inteiro. Como veremos adiante, ser mulher negra implica uma nomeação que vem de um outro para o sujeito negro/negra e marca a maneira como esse sujeito será tratado e considerado pelos não negros.
Realizar um levantamento das discussões sobre raça e racismo como construções sociais estruturais das sociedades mundiais; montar um panorama das ações e insurgências das mulheres negras contra a opressão do Estado, no cenário de sua sobrevivência em uma sociedade de base exploratória; investigar a branquidade como fenômeno de amputação das subjetividades afrodiaspóricas; e apontar os processos traumáticos vividos e imputados às mulheres racializadas no cenário brasileiro são os tópicos abordados nesta obra. Como meio de investigação, este livro-pesquisa, já que é fruto da dissertação que o precede, se debruça sobre o conceito de Escrevivência, base do processo de produção das histórias contadas por nossas interlocutoras e base das análises realizadas.
Sete participantes construíram textos escritos em que foram suscitadas muitas de suas lembranças acerca de acontecimentos, fatos que tivessem o racismo como ferramenta de constrangimento. As narradoras (como são chamadas) “oferecem” suas memórias para que possamos refletir os eventos raciais por que passaram ou ainda passam, enquanto elaboramos também os diversos métodos de resistência criados por essas mulheres para a construção e a manutenção da vida delas e de suas famílias.
Realizar um levantamento das discussões sobre raça e racismo como construções sociais estruturais das sociedades mundiais; montar um panorama das ações e insurgências das mulheres negras contra a opressão do Estado, no cenário de sua sobrevivência em uma sociedade de base exploratória; investigar a branquidade como fenômeno de amputação das subjetividades afrodiaspóricas; e apontar os processos traumáticos vividos e imputados às mulheres racializadas no cenário brasileiro são os tópicos abordados nesta obra. Como meio de investigação, este livro-pesquisa, já que é fruto da dissertação que o precede, se debruça sobre o conceito de Escrevivência, base do processo de produção das histórias contadas por nossas interlocutoras e base das análises realizadas.
Sete participantes construíram textos escritos em que foram suscitadas muitas de suas lembranças acerca de acontecimentos, fatos que tivessem o racismo como ferramenta de constrangimento. As narradoras (como são chamadas) “oferecem” suas memórias para que possamos refletir os eventos raciais por que passaram ou ainda passam, enquanto elaboramos também os diversos métodos de resistência criados por essas mulheres para a construção e a manutenção da vida delas e de suas famílias.
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