Walter Benjamin - Barbárie e memória ética
- Autor(a): Vários autores
- Editora: Zouk
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ADAPTAÇÃO: Vários autores
ANO DE EDIÇÃO: 2020
ISBN: 9786557780053
PÁGINAS: 202
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 16 X 23
PESO: 250G
ANO DE EDIÇÃO: 2020
ISBN: 9786557780053
PÁGINAS: 202
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 16 X 23
PESO: 250G
Walter Benjamin foi um profanador da tradição, uma espécie de Anjo Satanás – aquele que carrega rebelião e iluminação profana. Walter Benjamin pode ser pensado como um rabbi marxista cuja teologia havia se materializado através de sua relação com os objetos; seu Medium era a linguagem, sua força de pervivência: a história, a história dos excluídos. Assim, Benjamin via na pauperização moderna dos processos de preservação da memória, bem como na manipulação estética da política, o avançar do inimigo que não cessava de vencer: a barbárie. Mas ele sempre deixou igualmente muito claro que “não há documento de cultura que não seja também documento de barbárie”. Disso decorre nosso ceticismo em relação à história e àqueles que a escreveram. O que nos leva, imediatamente, ao apelo por uma ética da memória que seja capaz, mesmo que, gestualmente, ler a história a contrapelo. Não nos admira que uma das palavras mais recorrentes nos textos desse rabino marxista seja tarefa. Mas qual era a sua? En
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