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Podcasts


Somos todos liquens

Olhe de perto para seres que estão por toda a parte, nos vulcões e nas florestas e também ao seu redor – os liquens. E descubra o que é que você tem a ver com isso, passando por autores como Merlin Sheldrake e Gregory Bateson. Participação da bióloga e professora da Universidade Federal do Sergipe, Marcela Cáceres.

Casamentos clandestinos

O que as plantas têm a ver com as relações humanas experimentais? Entre casamentos clandestinos e uma “liga da virtude”, você vai descobrir outras vidas possíveis, olhando para o salão de Henriette Herz em Berlim e para a sexualidade daquilo que Lineu chamou de “plantas criptogâmicas”.

Visita guiada ao centro da Terra

Saiba o que as cavernas têm a ver com as montanhas e o que o Romantismo alemão tem a ver com a mineração. E conheça as histórias das sereias de dentro da Terra e das flores azuis dos túneis subterrâneos.

Fora do círculo estreito da vida sedentária

Antes de se tornar um dos mais importantes exploradores da história, Alexander von Humboldt era um jovem entediado que ansiava descobrir o mundo e as conexões secretas entre todas as coisas. Este é um episódio dedicado à juventude de Humboldt, aos mineiros e à mineralogia.

Uma temporada sobre tudo

Das cordilheiras dos Andes às cavernas onde vivem os guácharos, das nebulosas ao musgo, embarque com o Vinte mil léguas numa grande viagem. E descubra quem será o guia desta temporada.

[Som dos guácharos captado por Felipe Arantes, em Gran Sabana, Venezuela, em 2017. Steatornis caripensis Humboldt, 1817. Disponível em: http://www.wikiaves.com.br/2632689]

Comece por aqui!

“Apressa-te lentamente”: este é um podcast para ouvir no seu tempo. Você vai ouvir sobre assuntos que conversam com os dias de hoje, mas vai chegar até o presente passando por outros séculos. Você vai ouvir sobre o tempo longo de concepção da teoria da Seleção Natural, e sobre os livros que conversam com o livro “A origem das espécies”.

Um navio com nome de cachorro (1)

Quem foi Charles Darwin e como ele foi parar no navio Beagle? Neste primeiro episódio, embarcamos com o naturalista britânico em sua volta ao mundo. O isolamento e as descobertas a bordo do navio com nome de cachorro seriam a pedra fundamental da revolução científica de Darwin.

Um navio com nome de cachorro (2)

Você já foi à Bahia? Darwin já! “Difícil manter a dignidade”, comentou sobre o Carnaval. Neste episódio, ouvimos sobre a passagem de Darwin por Salvador, Fernando de Noronha e Rio de Janeiro, e também sobre como ele vivenciou o temor e o tremor de um terremoto histórico e desistiu de virar padre — não necessariamente nessa mesma ordem. 

Participação: Amyr Klink, navegador e autor de livros como Cem dias entre céu e mar.

Um novo estoque de metáforas (1)

Como eram as ciências antes de Darwin aparecer? Neste episódio, exploramos as ideias que constituíam a base da biologia ocidental na época em que ele formulou sua teoria da evolução. Para isso, voltamos até a Grécia Antiga e investigamos também por que a ciência é uma fonte inesgotável de metáforas poéticas.

Participação: Pedro Paulo Pimenta, doutor em filosofia pela USP e tradutor de A origem das espécies.

Um novo estoque de metáforas (2)

Seguimos com o mergulho no mundo intelectual em que Darwin nasceu. Mais do que uma época, o protagonista deste episódio é o tempo em si. O tempo como criador e revelador das coisas, o tempo na vida de cada um de nós, e o tempo geológico, profundo.

Cambaxirras, bicudos, papa-figos e tentilhões (1)

De volta à Inglaterra, em 1836, Charles Darwin tinha uma cabeça fervendo com novas ideias e uma coleção cheia de espécimes. Mas como examinar e estudar tanto material completamente novo?

Cambaxirras, bicudos, papa-figos e tentilhões (2)

É a partir de todos os manuscritos deixados por Darwin que pesquisadores conseguem traçar os caminhos que o levaram a elaborar sua teoria da seleção natural.

Participação: Maria Isabel Landim, bióloga e curadora do Museu de Zoologia da USP.

Os marcianos saíram do cilindro (1)

No século 19, os pesadelos dos ingleses mudavam frente a um novo mundo que surgia. Revolução industrial, crescimento populacional, pobreza urbana — tudo contribuía para criar um ambiente de terror. Homem do seu tempo, Darwin não foi indiferente a essas mudanças e tingiu de medo o mundo natural, como mostramos neste episódio.

Os marcianos saíram do cilindro (2)

Charles Darwin tinha medo de suas próprias ideias. Ele sabia que sua teoria era revolucionária demais para ser apresentada sem uma estratégia adequada, e por isso, enquanto o mundo acelerava, passou quase 20 anos se preparando para a hora certa de lançar A origem das espécies.

As histórias não nascidas (1)

Você já ouviu falar em Alfred Russel Wallace? Neste episódio, comentamos sobre como uma carta do jovem naturalista britânico escrita em meio a um delírio de febre influenciou Darwin a acelerar a publicação de A origem das espécies.

As histórias não nascidas (2)

Na sequência final, apresentamos mais histórias que puxam outras histórias que puxam outras… tudo a partir de A origem das espécies.

Bioma, viroma, cultura 

Como é a formação de um cientista no Brasil atualmente? No penúltimo episódio, damos um salto no tempo e abordamos quais são alguns dos caminhos possíveis para tornar as ciências mais acessíveis para todos.

Participação: Nurit Bensusan, bióloga, mestre em ecologia e doutora em educação pela UNB.

Massacres e libertos 

Na despedida da primeira temporada do Vinte Mil Léguas, o foco é racismo científico. Como a ciência legitimou o discurso racista no período pós-abolição no Brasil e o que Darwin teve a ver com isso? 

Participação: Matheus Gato de Jesus, sociólogo e autor de Massacres e libertos (2020).

 

Você conhece o Copan?

De onde o Copan veio e para onde ele vai? Este podcast investiga em 5 episódios as muitas vidas que esse prédio icônico tem, cria e abriga – desde a fundação nos anos 1950, no centro de São Paulo, até hoje. Ouça as histórias de famosos e anônimos que habitam o edifício projetado – e renegado, depois reconhecido – por Oscar Niemeyer. Nosso passeio começa no térreo, passa pelo subsolo, entra nos apartamentos e chega até o topo, no mirante. Estreia em 20 de setembro de 2021.

Térreo

Seja bem-vindo. Estamos no térreo do Copan e, se você reparar bem, vai ver que o piso é inclinado, segue a topografia da cidade. O Copan é um edifício que brota do chão. Nossa visita a este marco arquitetônico paulistano e brasileiro começa nessa transição, do público para o privado, da rua para o condomínio. Os moradores Eduardo Ferroni, Humberto Pio e KL Jay contam histórias do prédio. Você sabia que o maior grupo de rap do Brasil, Os Racionais, começou aqui?

Fundação

Estamos no subsolo do Copan: aqui vemos as colunas que sustentam o prédio. E ouvimos histórias da época em que este enorme edifício de concreto começou a subir. Nos anos 1950, a promessa era de que o Copan seria o maior complexo hoteleiro da América Latina. O Rockfeller Center brasileiro. Uma usina de dólares para o centro de São Paulo. Não foi bem assim. É o que nos contam Sabrina Fontenele, Valter Fedorenko, Luiz Frias, Fernando Serapião e Mônica Junqueira.

Corpo

Estamos na galeria do Copan. E a partir dela a gente percorre as áreas comuns do prédio, onde encontramos moradores e funcionários, comerciantes e clientes, pedestres e animais – são milhares de seres que passam por aqui todos os dias. Como é viver e conviver nesse edifício que tem a dimensão de uma pequena cidade? A Janaina Rueda, o Walério Araújo, a Ana (Massami Ito), a Milena Gonçalves, o Edgar Rosa, o Eduardo Ferroni e o Humberto Pio contam seus causos cotidianos de Copan.

Apartamento

Estamos na menor unidade residencial do Copan. Nosso passeio começa por uma quitinete de 20 metros quadrados no Bloco B e vai até amplos apartamentos de três quartos do Bloco D. A descoberta dos interiores do edifício revela uma característica marcante da vida aqui: a diversidade. O Alberto Eloy, o Thyago Nogueira, o Eduardo Ferroni, a Mônica Junqueira, o Humberto Pio, a Ana (Massami Ito), o Walério Araújo, a Sabrina Fontenelle, o Caio Braz e a Rita Mourão falam dos diferentes jeitos de habitar o Copan.

Mirante

Estamos na cobertura do Copan. Do alto, temos a vista de São Paulo inteira. De que forma o edifício reflete a cidade? O modernismo envelhece bem ou mal? O Ezequiel dos Santos, a Sabrina Fontenele, o Raul Juste Lores, o Diego Matos, a Jessica Gonçalves, o Eduardo Ferroni, a Mônica Junqueira, a Flávia Santos e a Sol Camacho discutem os significados do Copan.