A SUPERFÍCIE DOS DIAS
- Autor(a): Leite, Luiza
- Editora: Círculo de poemas
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AUTOR: Leite, Luiza
ISBN: 9786584574649
ANO DE EDIÇÃO: 2024
PÁGINAS: 40
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 20 X 1
PESO: 80G
ISBN: 9786584574649
ANO DE EDIÇÃO: 2024
PÁGINAS: 40
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 20 X 1
PESO: 80G
Os melhores ensaios sobre poesia são aqueles que se deixam contaminar pelos versos que comentam, até se tornarem verdadeiros poemas ou quase — e é exatamente isso que os leitores vão encontrar em A superfície dos dias, um ensaio tão poético quanto os textos que o inspiram.
O ensaio de Luiza Leite nos conduz a um passeio pela poesia que está ao redor, nos objetos corriqueiros e nas situações mais simples do cotidiano, dialogando com poemas que, de diferentes maneiras, deslocam a atenção para o que está bem perto dos nossos sentidos e, num clique, revelam bem mais do que sua aparência trivial entrega.
Desconfiado de tudo que é grandioso, barulhento, reluzente, o gesto poético iluminado por Luiza Leite vai no sentido contrário, identificando, na leitura aguda e afetuosa de poetas de diferentes épocas, como William Carlos Williams, Cecilia Pavón, e Laura Liuzzi, as lições escondidas nessa poesia atenta ao que é mínimo, silencioso, discreto, quando, nas palavras da autora, “em vez de produzir um conhecimento abstrato que se pretende universal, o poeta repara na especificidade do que acontece em volta. Enquanto escreve, percebe tudo o que acontece, o vento, um fruto maduro, a luz demorando-se sobre as coisas”.
O ensaio de Luiza Leite nos conduz a um passeio pela poesia que está ao redor, nos objetos corriqueiros e nas situações mais simples do cotidiano, dialogando com poemas que, de diferentes maneiras, deslocam a atenção para o que está bem perto dos nossos sentidos e, num clique, revelam bem mais do que sua aparência trivial entrega.
Desconfiado de tudo que é grandioso, barulhento, reluzente, o gesto poético iluminado por Luiza Leite vai no sentido contrário, identificando, na leitura aguda e afetuosa de poetas de diferentes épocas, como William Carlos Williams, Cecilia Pavón, e Laura Liuzzi, as lições escondidas nessa poesia atenta ao que é mínimo, silencioso, discreto, quando, nas palavras da autora, “em vez de produzir um conhecimento abstrato que se pretende universal, o poeta repara na especificidade do que acontece em volta. Enquanto escreve, percebe tudo o que acontece, o vento, um fruto maduro, a luz demorando-se sobre as coisas”.
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