A TRAIÇÃO DA MINHA LÍNGUA
- Autor(a): CAMILA SOSA VILLADA
- Editora: Fósforo Editora
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ISBN: 9786560001879
ANO DE EDIÇÃO: 2026
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 20 X 0.5
PESO: 139G
ANO DE EDIÇÃO: 2026
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 20 X 0.5
PESO: 139G
Nesta nova incursão pelo gênero do ensaio, a aclamada escritora e atriz argentina Camila Sosa Villada está mais disposta do que nunca a mergulhar na arte do que não se diz. Por meio de fragmentos, ela nos conduz por um estreito fio de navalha que ora é composto de lembranças da infância e do relacionamento com os pais, ora se pavimenta com os fluidos e calores de uma sexualidade vibrante.
Repleto de frases antológicas, o livro tem lampejos ficcionais e entrelaça temas como a iniciação sexual, o prazer da leitura, a liberdade, a vergonha, o trabalho sexual, a violência do amor, a identidade travesti, entre outros. E o faz em constante diálogo com Marguerite Duras e Jorge Luis Borges, escarafunchando a linguagem para chegar ao âmago da verdade, seja ela a afirmação de que não vivemos para ser felizes, mas para trabalhar, ou a de que o erotismo é “chegar perto da morte e não morrer”. A traição da minha língua é uma pequena joia composta de textos viscerais, que nos espreitam “como uma loba escondida bem perto de uma fogueira”. Ou, como também afirma Camila Sosa Villada em sua máxima potência, sempre despida de pudores e pronta para impressionar, é “uma daquelas flores que têm veneno, e não seiva”.
Repleto de frases antológicas, o livro tem lampejos ficcionais e entrelaça temas como a iniciação sexual, o prazer da leitura, a liberdade, a vergonha, o trabalho sexual, a violência do amor, a identidade travesti, entre outros. E o faz em constante diálogo com Marguerite Duras e Jorge Luis Borges, escarafunchando a linguagem para chegar ao âmago da verdade, seja ela a afirmação de que não vivemos para ser felizes, mas para trabalhar, ou a de que o erotismo é “chegar perto da morte e não morrer”. A traição da minha língua é uma pequena joia composta de textos viscerais, que nos espreitam “como uma loba escondida bem perto de uma fogueira”. Ou, como também afirma Camila Sosa Villada em sua máxima potência, sempre despida de pudores e pronta para impressionar, é “uma daquelas flores que têm veneno, e não seiva”.
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