Civilização ou barbárie
- Autor(a): Cheikh Anta Diop, César Sobrinho, Kabengele Munanga e
- Editora: Zahar
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AUTOR: Cheikh Anta Diop
ISBN: 9786559792184
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 504
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23 X 2.8
PESO: 762G
ISBN: 9786559792184
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 504
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23 X 2.8
PESO: 762G
Obra-síntese do senegalês Cheikh Anta Diop, um dos intelectuais africanos mais importantes do século XX. Nesse livro, ele revisita mais de três décadas de sua produção intelectual, dedicada a fundamentar a tese de que a África é o berço não apenas da origem biológica de nossa espécie, mas da civilização humana, inclusive do chamado Ocidente.
O projeto intelectual de Cheikh Anta Diop foi repensar as origens da civilização humana. Um ponto fundamental dessa empreitada consistia em corrigir o que ele chamava de “grotescas e grosseiras falsificações da egiptologia moderna” — a mais importante delas sendo a negação de que a civilização egípcia fosse negra.
Demonstrando erudição monumental, Diop mobiliza conhecimentos dos mais variados campos –– paleontologia, arqueologia, antropologia física, biologia molecular, linguística etc. –– a fim de criar “conceitos científicos operatórios” capazes de corrigir esse e outros equívocos. Seu objetivo maior é fazer com que a origem africana da civilização humana se torne um “fato da consciência histórica mundial”.
Severamente criticada e considerada enviesada e controversa por alguns, a perspectiva de Diop tem sido celebrada por outros como uma abordagem inovadora, que antecipou debates, preparou caminho para a atual crítica do eurocentrismo e já nos alertava para, como mais tarde formularia Chimamanda Ngozi Adichie, “o perigo de uma história única”.
O projeto intelectual de Cheikh Anta Diop foi repensar as origens da civilização humana. Um ponto fundamental dessa empreitada consistia em corrigir o que ele chamava de “grotescas e grosseiras falsificações da egiptologia moderna” — a mais importante delas sendo a negação de que a civilização egípcia fosse negra.
Demonstrando erudição monumental, Diop mobiliza conhecimentos dos mais variados campos –– paleontologia, arqueologia, antropologia física, biologia molecular, linguística etc. –– a fim de criar “conceitos científicos operatórios” capazes de corrigir esse e outros equívocos. Seu objetivo maior é fazer com que a origem africana da civilização humana se torne um “fato da consciência histórica mundial”.
Severamente criticada e considerada enviesada e controversa por alguns, a perspectiva de Diop tem sido celebrada por outros como uma abordagem inovadora, que antecipou debates, preparou caminho para a atual crítica do eurocentrismo e já nos alertava para, como mais tarde formularia Chimamanda Ngozi Adichie, “o perigo de uma história única”.
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