ECOLOGIAS DE CRISE
- Autor(a): Letícia Cearino
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AUTOR: Letícia Cearino
ISBN: 9788571262966
ANO DE EDIÇÃO: 2026
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.3
PESO: 298G
ISBN: 9788571262966
ANO DE EDIÇÃO: 2026
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.3
PESO: 298G
“Como os ambientes digitais participam no escalamento que leva a atos de violência extrema no mundo real? O que ocorre quando usuários passam a tomar sua experiência online como preponderante sobre a vida offline? Qual o papel dos algoritmos, e da própria lacuna entre os dois tipos de ambiente, nesses processos?” Em Ecologias de crise, Letícia Cesarino investiga as dinâmicas da radicalização online e do extremismo sob a perspectiva da “ecologia da mente”, de Gregory Bateson. Dando continuidade às reflexões de seu livro anterior, O mundo do avesso (2022), a autora se aprofunda no assunto: se antes o intuito era mapear o comportamento macroscópico das plataformas, este volume investiga em detalhe as trajetórias individuais, para entender como usuários são capturados no que ela chama de espirais de radicalização. Este livro vai além da política, debruçando-se sobre formas recentes de recrutamento extremista direcionadas a jovens, adolescentes e crianças em ambientes digitais, que desafiam os modelos e explicações convencionais sobre o tema.
Para decifrar esse cenário, Cesarino introduz o conceito de “ecologias de crise” para descrever o que ocorre quando conjunturas de crise se tornam permanentes, e as pessoas passam a habitá-la como um modo de vida. A autora conecta o adoecimento do discernimento cognitivo e as falhas sistemáticas na compreensão da realidade – que Bateson investigou ao estudar desequilíbrios profundos na mente, na cultura e no meio ambiente – com as disfunções propiciadas pela lógica técnica e econômica, em si extremizantes, das plataformas digitais. A partir dessa abordagem, a obra propõe uma releitura inédita do fenômeno da radicalização, reenquadrando-o a partir de premissas ecológicas e cibernéticas, e assim descortinando novas possibilidades de compreensão e enfrentamento do problema no Brasil.
Para decifrar esse cenário, Cesarino introduz o conceito de “ecologias de crise” para descrever o que ocorre quando conjunturas de crise se tornam permanentes, e as pessoas passam a habitá-la como um modo de vida. A autora conecta o adoecimento do discernimento cognitivo e as falhas sistemáticas na compreensão da realidade – que Bateson investigou ao estudar desequilíbrios profundos na mente, na cultura e no meio ambiente – com as disfunções propiciadas pela lógica técnica e econômica, em si extremizantes, das plataformas digitais. A partir dessa abordagem, a obra propõe uma releitura inédita do fenômeno da radicalização, reenquadrando-o a partir de premissas ecológicas e cibernéticas, e assim descortinando novas possibilidades de compreensão e enfrentamento do problema no Brasil.
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