Elogio da crioulidade
- Autor(a): Jean Bernabé
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AUTOR: Jean Bernabé
ISBN: 9786555252873
ANO DE EDIÇÃO: 2026
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1
PESO: 155G
ISBN: 9786555252873
ANO DE EDIÇÃO: 2026
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1
PESO: 155G
“Nem europeus, nem africanos, nem asiáticos, nós nos proclamamos crioulos. Isso será para nós uma atitude interior, ou melhor: uma vigilância, ou melhor ainda, uma espécie de invólucro mental no interior do qual se construirá nosso mundo, em plena consciência do mundo.”Proferido como conferência no Festival Caribenho de Seine-Saint-Denis em 1988 por Jean Bernabé, Patrick Chamoiseau e Raphaël Confiant, e publicado na França no ano seguinte, o Elogio da crioulidade logo foi mundialmente reconhecido como o manifesto fundador de um audacioso projeto literário. Sucedendo-se ao movimento da Negritude — centrado nas figuras de Aimé Césaire e Léopold Senghor — e celebrando o pensamento de Édouard Glissant, o Elogio da crioulidade proclama uma identidade caribenha mestiça em suas próprias fundações. Sua proposta estética anuncia as bases do que viria a ser uma literatura antilhana, escrita em língua crioula, mas sem abrir mão da língua francesa, celebrando assim a diversidade e o potencial criativo do universo caribenho.
Em prefácio inédito à edição brasileira, que elabora a passagem da crioulidade à Relação, Chamoiseau atualiza e reflete sobre o papel desse texto-manifesto com o recuo do tempo: “Os manifestos costumam falar em voz alta. Hoje, precisam aprender a ouvir as vozes que eles não souberam acolher”. Fica o convite para que o Elogio da crioulidade seja lido à luz do nosso tempo, como lugar de encontro entre as experiências crioulas no Caribe e as especificidades do pensamento brasileiro.
Prefácio à edição brasileira de Patrick ChamoiseauEntrevista com Raphaël Confiant por Vanessa Massoni da Rocha
Em prefácio inédito à edição brasileira, que elabora a passagem da crioulidade à Relação, Chamoiseau atualiza e reflete sobre o papel desse texto-manifesto com o recuo do tempo: “Os manifestos costumam falar em voz alta. Hoje, precisam aprender a ouvir as vozes que eles não souberam acolher”. Fica o convite para que o Elogio da crioulidade seja lido à luz do nosso tempo, como lugar de encontro entre as experiências crioulas no Caribe e as especificidades do pensamento brasileiro.
Prefácio à edição brasileira de Patrick ChamoiseauEntrevista com Raphaël Confiant por Vanessa Massoni da Rocha
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