EMPRESÁRIO INDUSTRIAL E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL
- Editora: Civilização Brasileira
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ISBN: 9788520011164
ANO DE EDIÇÃO: 2020
PÁGINAS: 238
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23 X 1.2
PESO: 310G
ANO DE EDIÇÃO: 2020
PÁGINAS: 238
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23 X 1.2
PESO: 310G
Publicado originalmente em 1964, Empresário industrial e desenvolvimento econômico no Brasil trata da formação do “espírito empresarial” e de sua contribuição para o desenvolvimento econômico do país. Buscando entender o desenvolvimento econômico e as condições que se poderia encontrar no país, Empresário industrial e desenvolvimento econômico no Brasil considera a formação da sociedade industrial “de massas” e a formação do “epirito empresarial” para a formação do pais.
Na primeira parte do livro, o autor avalia a visão de alguns teóricos sobre a sociedade capitalista industrial. Distingue o papel dos empreendedores na época da formação do capitalismo de seu papel na época das grandes “sociedades anônimas”, bem como mostra que os empresários das sociedades subdesenvolvidas se distinguem, em mentalidade e em ação, dos que operaram no período inicial da formação do capitalismo e dos que se inserem no capitalismo desenvolvido. O livro mostra também que os chamados “produtores tradicionais” atuam diferentemente dos inovadores. O crescimento econômico não é visto como consequência automática da “acumulação”, uma vez que decorre da ação de sujeitos históricos, os empreendedores.
Na segunda e última parte de Empresário industrial e desenvolvimento econômico no Brasil, apresenta-se uma visão mais complexa da sociedade brasileira, evitando oposições binárias. Ressalta o papel das classes médias e populares no “impulso” para o desenvolvimento, que poderia vir “de fora” do setor econômico: da intelectualidade e dos segmentos militares, que em certos momentos históricos impulsionaram o crescimento do país.
Na primeira parte do livro, o autor avalia a visão de alguns teóricos sobre a sociedade capitalista industrial. Distingue o papel dos empreendedores na época da formação do capitalismo de seu papel na época das grandes “sociedades anônimas”, bem como mostra que os empresários das sociedades subdesenvolvidas se distinguem, em mentalidade e em ação, dos que operaram no período inicial da formação do capitalismo e dos que se inserem no capitalismo desenvolvido. O livro mostra também que os chamados “produtores tradicionais” atuam diferentemente dos inovadores. O crescimento econômico não é visto como consequência automática da “acumulação”, uma vez que decorre da ação de sujeitos históricos, os empreendedores.
Na segunda e última parte de Empresário industrial e desenvolvimento econômico no Brasil, apresenta-se uma visão mais complexa da sociedade brasileira, evitando oposições binárias. Ressalta o papel das classes médias e populares no “impulso” para o desenvolvimento, que poderia vir “de fora” do setor econômico: da intelectualidade e dos segmentos militares, que em certos momentos históricos impulsionaram o crescimento do país.
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