Gesto espontâneo
- Autor(a): Donald W. Winnicott
- Editora: Ubu Editora
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AUTOR: DONALD W. WINNICOTT
ISBN: 9788571262676
ANO DE EDIÇÃO: 2026
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.8
PESO: 450G
ISBN: 9788571262676
ANO DE EDIÇÃO: 2026
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.8
PESO: 450G
Esta seleção de cartas organizada por F. Robert Rodman coloca o leitor nos bastidores do pensamento de Donald W. Winnicott. Ao longo da correspondência, testemunha-se seu modo singular de pensar, de hesitar, de discordar e de sustentar posições próprias em meio aos embates institucionais da Sociedade Britânica de Psicanálise – sempre com rigor, criatividade e independência de espírito.
Entre discussões clínicas e controvérsias teóricas, Winnicott debate a noção de mãe suficientemente boa, insiste na importância do manejo na análise de pacientes psicóticos, reflete sobre regressão, culpa, agressividade e sobre o papel decisivo do ambiente nos primórdios do desenvolvimento emocional. Ao mesmo tempo, Winnicott comenta falhas próprias e alheias, cobra reconhecimento intelectual, intervém em disputas conceituais e revela, em tom ora afetuoso, ora combativo, sua preocupação constante com a vitalidade da linguagem psicanalítica.
Desse conjunto emerge o retrato de um autor que defendia a espontaneidade como expressão do self verdadeiro, mas que nas cartas mostra também estratégia, diplomacia, indignação e um humor fino. Longe de um gesto ingênuo, a espontaneidade aparece como conquista delicada, dependente de um ambiente capaz de sustentar o novo sem sufocá-lo. Ao proteger a criatividade intelectual dos riscos de seu congelamento institucional, Winnicott reafirma, em ato, a ética que sustenta sua obra.
Com tradução de Ana Carolina Mesquita, prefácio do organizador F. Robert Rodman, posfácio de Wilson Franco, orelha de Elsa Oliveira Dias e quarta capa de Christopher Bollas.
Entre discussões clínicas e controvérsias teóricas, Winnicott debate a noção de mãe suficientemente boa, insiste na importância do manejo na análise de pacientes psicóticos, reflete sobre regressão, culpa, agressividade e sobre o papel decisivo do ambiente nos primórdios do desenvolvimento emocional. Ao mesmo tempo, Winnicott comenta falhas próprias e alheias, cobra reconhecimento intelectual, intervém em disputas conceituais e revela, em tom ora afetuoso, ora combativo, sua preocupação constante com a vitalidade da linguagem psicanalítica.
Desse conjunto emerge o retrato de um autor que defendia a espontaneidade como expressão do self verdadeiro, mas que nas cartas mostra também estratégia, diplomacia, indignação e um humor fino. Longe de um gesto ingênuo, a espontaneidade aparece como conquista delicada, dependente de um ambiente capaz de sustentar o novo sem sufocá-lo. Ao proteger a criatividade intelectual dos riscos de seu congelamento institucional, Winnicott reafirma, em ato, a ética que sustenta sua obra.
Com tradução de Ana Carolina Mesquita, prefácio do organizador F. Robert Rodman, posfácio de Wilson Franco, orelha de Elsa Oliveira Dias e quarta capa de Christopher Bollas.
TEMPORADA NO INFERNO
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