MANUAL DA TRAIÇÃO
- Autor(a): Jonathan D. Spence e S. Duarte
- Editora: Companhia das Letras
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AUTOR: Spence, Jonathan D.
ISBN: 9788535902655
ANO DE EDIÇÃO: 2002
PÁGINAS: 312
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23 X 1.6
PESO: 475G
ISBN: 9788535902655
ANO DE EDIÇÃO: 2002
PÁGINAS: 312
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23 X 1.6
PESO: 475G
A história de uma conspiração na China do século XVIII e o destino de seus principais protagonistas adquirem vida e atualidade nesta obra de Jonathan Spence, professor na Universidade Yale. O historiador relata com arte de romancista as motivações e ideais do conspirador Zeng Jing, as investigações para desvendar a trama e a maneira pela qual o imperador Yongzheng procura desfazer a rede de boatos e intrigas sobre seu reinado e sua conduta moral.
Spence descreve práticas de controle ideológico que causariam inveja às ditaduras modernas. O soberano monta uma gigantesca operação de propaganda e relações públicas, estabelece um surpreendente debate epistolar com o conspirador e acaba por perdoá-lo. Sob o título O despertar de um equívoco, as cartas são reunidas num livro que constitui um verdadeiro "manual da traição". Milhares de exemplares da obra são espalhados onde quer que existam letrados, nas escolas, universidades e bibliotecas das aldeias mais remotas, para edificação do povo. Ao assumir o trono, porém, o filho e sucessor de Yongzheng sela o destino de Zeng Jing de maneira abrupta e impiedosa, num desfecho que mostra a lógica implacável do poder imperial: não pode haver perdão para um traidor.
Spence descreve práticas de controle ideológico que causariam inveja às ditaduras modernas. O soberano monta uma gigantesca operação de propaganda e relações públicas, estabelece um surpreendente debate epistolar com o conspirador e acaba por perdoá-lo. Sob o título O despertar de um equívoco, as cartas são reunidas num livro que constitui um verdadeiro "manual da traição". Milhares de exemplares da obra são espalhados onde quer que existam letrados, nas escolas, universidades e bibliotecas das aldeias mais remotas, para edificação do povo. Ao assumir o trono, porém, o filho e sucessor de Yongzheng sela o destino de Zeng Jing de maneira abrupta e impiedosa, num desfecho que mostra a lógica implacável do poder imperial: não pode haver perdão para um traidor.
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