O ANTROPOCENO E O PENSAMENTO ECONÔMICO
- Autor(a): José Eli da Veiga
- Editora: Editora 34
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AUTOR: Joé Eli da Veiga
ISBN: 9786555252262
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 224
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23 X 1.5
PESO: 288G
ISBN: 9786555252262
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 224
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23 X 1.5
PESO: 288G
Autor de O Antropoceno e a Ciência do Sistema Terra (2019) e O Antropoceno e as Humanidades (2023), José Eli da Veiga, professor sênior do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, volta-se neste terceiro livro para as interações entre esta nova Época, em que os humanos passaram a ser o principal vetor de alterações na biosfera, e a Economia.
A obra parte das contribuições dos primeiros pensadores que analisaram os limites do crescimento econômico em relação ao meio ambiente, ainda nos anos 1950 e 1960, como Kenneth Boulding, Nicholas Georgescu-Roegen e Herman Daly, passando pela crescente institucionalização dos estudos da área nas décadas seguintes, como vemos nos relatórios Limits to Growth (Clube de Roma, 1972) e Our Common Future (ONU, 1987).
O ponto de chegada é o complexo debate atual sobre como devemos no posicionar com relação aos crescentes desafios que a crise climática e o uso abusivo de recursos naturais colocam para a sobrevivência da humanidade. Se uns advogam pelo simples “decrescimento” e outros acreditam que a tecnologia irá nos salvar, este livro propõe compromissos mais realistas, que envolvem desde a incorporação pelos cursos de Economia dos fatores ambientais em suas equações, até um novo olhar para os conceitos que poderão pautar as ações de governança global, como “entropia” e “economia verde” — tudo isso sem perder de vista o objetivo de entregarmos um mundo com liberdade e qualidade de vida para as gerações futuras.
A obra parte das contribuições dos primeiros pensadores que analisaram os limites do crescimento econômico em relação ao meio ambiente, ainda nos anos 1950 e 1960, como Kenneth Boulding, Nicholas Georgescu-Roegen e Herman Daly, passando pela crescente institucionalização dos estudos da área nas décadas seguintes, como vemos nos relatórios Limits to Growth (Clube de Roma, 1972) e Our Common Future (ONU, 1987).
O ponto de chegada é o complexo debate atual sobre como devemos no posicionar com relação aos crescentes desafios que a crise climática e o uso abusivo de recursos naturais colocam para a sobrevivência da humanidade. Se uns advogam pelo simples “decrescimento” e outros acreditam que a tecnologia irá nos salvar, este livro propõe compromissos mais realistas, que envolvem desde a incorporação pelos cursos de Economia dos fatores ambientais em suas equações, até um novo olhar para os conceitos que poderão pautar as ações de governança global, como “entropia” e “economia verde” — tudo isso sem perder de vista o objetivo de entregarmos um mundo com liberdade e qualidade de vida para as gerações futuras.
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