O DESENRAIZAMENTO CONTEMPORÂNEO
- Autor(a): Joel Birman
- Editora: Civilização Brasileira
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ISBN: 9788520010990
ANO DE EDIÇÃO: 2022
PÁGINAS: 208
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 20.5 X 1.2
PESO: 270G
ANO DE EDIÇÃO: 2022
PÁGINAS: 208
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 20.5 X 1.2
PESO: 270G
O célebre sociólogo Georges Balandier em entrevistas que abordam desde a antropologia das sociedades dos algures até a interpretações sobre modernidade globalizante. O desenraizamento contemporâneo reúne entrevistas que Georges Balandier concedeu à socióloga e antropóloga Claudine Haroche e ao psicanalista Joel Birman. Essas conversas revelam trocas e debates sobre a construção do saber nas ciências humanas, a partir de um longo percurso de pesquisa e engajamento, mas também do questionamento do mundo, apreendido em sua diversidade, e da história, em suas turbulências.
Aqui, Georges Balandier comenta seus temas principais: desde a antropologia das sociedades doslugares até a interpretação da sobremodernidade globalizante. Assim, é possível avaliar o itinerário percorrido pelo etnólogo, antropólogo e sociólogo francês, desde os primeiros trabalhos sobre a “situação colonial”, o “Terceiro Mundo” e as libertações africanas, até as interrogações a respeito da “grande perturbação” das sociedades contemporâneas.
Neste livro, é possível também avaliar a fratura antropológica ocorrida na virada do século XX e a entrada sub-reptícia numa nova era, com o rápido surgimento de “novos novos mundos” dissociados da geografia e oriundas da “grande transformação”, continuamente em ação desde a década de 1980. A ideia é que esses mundos são por nós habitados num crescente desenraizamento, de tal maneira que se transformam num outro algures, gerado desta vez pelos contemporâneos.
Aqui, Georges Balandier comenta seus temas principais: desde a antropologia das sociedades doslugares até a interpretação da sobremodernidade globalizante. Assim, é possível avaliar o itinerário percorrido pelo etnólogo, antropólogo e sociólogo francês, desde os primeiros trabalhos sobre a “situação colonial”, o “Terceiro Mundo” e as libertações africanas, até as interrogações a respeito da “grande perturbação” das sociedades contemporâneas.
Neste livro, é possível também avaliar a fratura antropológica ocorrida na virada do século XX e a entrada sub-reptícia numa nova era, com o rápido surgimento de “novos novos mundos” dissociados da geografia e oriundas da “grande transformação”, continuamente em ação desde a década de 1980. A ideia é que esses mundos são por nós habitados num crescente desenraizamento, de tal maneira que se transformam num outro algures, gerado desta vez pelos contemporâneos.
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