O DIÁRIO DE HELGA
- Autor(a): Helga Weiss e George Schlesinger
- Editora: Intrínseca
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AUTOR: Wei, Helga
ISBN: 9788580573053
ANO DE EDIÇÃO: 2013
PÁGINAS: 256
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.4
PESO: 320G
ISBN: 9788580573053
ANO DE EDIÇÃO: 2013
PÁGINAS: 256
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.4
PESO: 320G
Calcula-se que das 15.
000 crianças que passaram pelo campo de internamento de Terezín, na antiga Tchecoslováquia, apenas 100 chegaram com vida ao fim da Segunda Guerra Mundial. Helga Weiss, uma dessas raras sobreviventes, é autora de um dos mais comoventes testemunhos do Holocausto. Em 1938, por ocasião da ocupação nazista de seu país, a menina de 8 anos, filha de um bancário e uma costureira, começou a escrever em um caderno suas impressões. Textos e desenhos registram com o olhar infantil tudo que aconteceu com sua família, desde a segregação dos judeus ainda em Praga até a desumana rotina de privações e doenças de Terezín, onde um carro fúnebre fazia frequentemente o transporte de gêneros alimentícios. Depois de três anos em Terezín, Helga e sua mãe viveram uma tétrica peregrinação por campos de extermínio como Auschwitz, quando a garota escapou por pouco da câmara de gás. Ao final da guerra, Helga, então com 15 anos, acrescentou o relato dessa experiência a seu diário. Em cada palavra e desenho, há uma lembrança de um passado que não pode ser esquecido. Artista plástica respeitada, Helga Weiss, 83 anos, vive em Praga, no mesmo apartamento em que morou com os pais antes da deportação.
000 crianças que passaram pelo campo de internamento de Terezín, na antiga Tchecoslováquia, apenas 100 chegaram com vida ao fim da Segunda Guerra Mundial. Helga Weiss, uma dessas raras sobreviventes, é autora de um dos mais comoventes testemunhos do Holocausto. Em 1938, por ocasião da ocupação nazista de seu país, a menina de 8 anos, filha de um bancário e uma costureira, começou a escrever em um caderno suas impressões. Textos e desenhos registram com o olhar infantil tudo que aconteceu com sua família, desde a segregação dos judeus ainda em Praga até a desumana rotina de privações e doenças de Terezín, onde um carro fúnebre fazia frequentemente o transporte de gêneros alimentícios. Depois de três anos em Terezín, Helga e sua mãe viveram uma tétrica peregrinação por campos de extermínio como Auschwitz, quando a garota escapou por pouco da câmara de gás. Ao final da guerra, Helga, então com 15 anos, acrescentou o relato dessa experiência a seu diário. Em cada palavra e desenho, há uma lembrança de um passado que não pode ser esquecido. Artista plástica respeitada, Helga Weiss, 83 anos, vive em Praga, no mesmo apartamento em que morou com os pais antes da deportação.
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