PACHA MANAS - COSTURANDO CONVERSAS SOBRE ABORTO
- Autor(a): Margherita Isola
- Editora: Editora Funilaria
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ADAPTAÇÃO: Margherita Isola
ANO DE EDIÇÃO: 2022
ISBN: 9786584735088
PÁGINAS: 192
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1
PESO: 250G
ANO DE EDIÇÃO: 2022
ISBN: 9786584735088
PÁGINAS: 192
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1
PESO: 250G
Pacha Manas: costurando conversas sobre aborto reúne mulheres, plantas e uma vontade amorosa e rebelde de criar espaços de diálogo, solidariedade, conhecimento e afeto para falar abertamente sobre aborto. Com a contribuição de mulheres de trajetórias múltiplas, este livro traz reflexões e conhecimentos sobre aborto, autonomia reprodutiva, patriarcado e cuidado. Entrecortados por dados estatísticos que escancaram a urgência do tema, os textos deságuam em um Manifesto Poético que insiste e repete “Queremos tomar a palavra e falar de aborto!”. Um herbário de plantas abortivas, originalmente bordadas, junta-se às palavras conectando os corpos à natureza e aos saberes tradicionais. Em muitos lugares as políticas de saúde pública se tornam cada vez mais autoritárias e com intuito de controlar em vez de promover a autonomia e as práticas preventivas e responsáveis de saúde dos corpos gestantes. Esse livro atende a uma necessidade de enfrentar a violência com que o aborto é silenciado, invisibilizado e estigmatizado, e de coletivizar as lutas, os sentires e as esperanças. Sobre as organizadoras e autoras Margherita Isola é artista e performer, formada em História das Artes Cênicas pela Universidade de Florença e em dança contemporânea. Trabalha como artista visual misturando diferentes práticas e mídias: arte têxtil, bordados, performance, gravura, colagem, instalação, arte pública e arte comunitária. Marina Alegre é artista e educadora ambiental, desenvolve projetos que convergem temas como agroecologia, feminismos, vulnerabilidade social, artes visuais e relacionais. Desenvolve o projeto Bolcetas que sugere uma correlação entre a fertilidade das mulheres e das plantas. Andreia Alves é negra, lésbica, mãe, feminista, dançarina, pós-graduada em dança e consciência corporal e educadora social. Dança no grupo Ilú Oba de Min, onde é uma das coordenadoras do corpo de dança. É uma das colaboradoras para a construção da Marcha das Mulheres Negras de SP e uma das idealizadoras do projeto “Narrativas de Liberdade”. Cleone Santos é fundadora do grupo Mulheres da Luz, coordenadora de políticas públicas para mulheres de Diadema e atual presidente da Agentes da Cidadania, ONG que promove cidadania e a garantia dos direitos humanos das mulheres em situação de prostituição na região do Parque da Luz, em São Paulo. Cristine Takuà é filósofa, educadora e artesã indígena. Vive na aldeia do Rio Silveira onde é professora da Escola Estadual Indígena Txeru Ba’e Kuai’. É fundadora e diretora do Instituto Maracá e representante do núcleo de educação indígena da Secretaria de Educação de São Paulo. Eliana Rodrigues é pesquisadora pós-doutora, professora e coordenadora do Centro de Estudos Etnobotânicos e Etnofarmacológicos da UNIFESP. Tem se dedicado a estudos na área de uso e manejo tradicional, na perspectiva da etnobotânica participativa. Ellen Vieira é parteira obstetriz graduada em Obstetrícia pela EACH/USP. Trabalha com educação em saúde, assistência em saúde sexual e reprodutiva de mulheres, planejamento reprodutivo, parto domiciliar, pós parto e amamentação. Integra o Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde e Coletiva Flor de Cacau. Karen Mar Mercado Andia é economista e socióloga em desconstrução, tecelã de tramas feministas do sul. De origem boliviana, faz parte da comunidade Warmi Pachakuti. Seu fazer e sentir têm se concentrado em lutas comunitárias e indígenas, gestão territorial e formas políticas femininas em contextos de desapropriação e capital, violência colonial e patriarcal. Nadya Sant’Anna é Yalorixá na Comunidade Cultural Religiosa de Matriz Africana - Ilê Omo Aiyê, fundada em 1987 na zona rural de São Luiz do Paraitinga/SP. Nathalia Diórgenes é feminista negra, militante da Marcha Mundial de Mulheres. Assistente social, mestra e doutora em Psicologia pela UFPE. Dedicou seus esforços acadêmicos em torno do tema do aborto e suas interfaces de classe e raça. É professora adjunta na Universidade
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