Revolta e Antipolítica:
- Autor(a): ACÁCIO AUGUSTO
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AUTOR: ACÁCIO AUGUSTO
ISBN: 9786588301364
ANO DE EDIÇÃO: 2026
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 10
PESO: 290G
ISBN: 9786588301364
ANO DE EDIÇÃO: 2026
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 10
PESO: 290G
Revolta e Antipolítica reúne textos escritos ao longo de diferentes anos, compondo um panorama crítico sobre as formascontemporâneas de repressão, segurança e resistência política no Brasil e no mundo. A partir de episódios concretos — como arepressão aos aprendizes da Fábrica de Cultura da Brasilândia, a violência policial em manifestações e os desdobramentos de junho de 2013 — o livro analisa como a segurança se tornou a lógica dominante das democracias atuais.
Os ensaios dialogam com autores como Foucault, Proudhon, Bakunin, Camus e Edson Passetti para examinar a centralidade da polícia como tecnologia de governo, os limites da representação política e a transformação da crise em forma de gestão. O livro também discute a emergência de práticas anarquistas hoje: dos black blocs às associações de afinidade, das heterotopias às experiências de autodefesa e autogestão, compreendendo a revolta não como etapa de uma revolução futura, mas como prática cotidiana que recusa as tecnologias contemporâneas de governo.
A obra é particularmente relevante para o debate público de 2026 por tratar de temas que permanecem urgentes: a expansão dos regimes securitários, a naturalização da vigilância, o uso cotidiano da força policial e o esvaziamento das promessas democráticas. Ao mesmo tempo, oferece uma leitura das formas libertárias de vida, destacando como certos gestos — de recusa, de confronto, de invenção — continuam a produzir brechas de liberdade mesmo em contextos marcados pelo controle.
Os ensaios dialogam com autores como Foucault, Proudhon, Bakunin, Camus e Edson Passetti para examinar a centralidade da polícia como tecnologia de governo, os limites da representação política e a transformação da crise em forma de gestão. O livro também discute a emergência de práticas anarquistas hoje: dos black blocs às associações de afinidade, das heterotopias às experiências de autodefesa e autogestão, compreendendo a revolta não como etapa de uma revolução futura, mas como prática cotidiana que recusa as tecnologias contemporâneas de governo.
A obra é particularmente relevante para o debate público de 2026 por tratar de temas que permanecem urgentes: a expansão dos regimes securitários, a naturalização da vigilância, o uso cotidiano da força policial e o esvaziamento das promessas democráticas. Ao mesmo tempo, oferece uma leitura das formas libertárias de vida, destacando como certos gestos — de recusa, de confronto, de invenção — continuam a produzir brechas de liberdade mesmo em contextos marcados pelo controle.
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