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A vida infantil da tarântula negra, por Tarântula Negra
Kathy Acker
Crocodilo

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Primeiro livro de Kathy Acker, A vida infantil da tarântula negra, por Tarântula Negra, é uma experiência literária na qual o processo de apropriação e colagem é central para a busca de identidade da narradora. Acker cria uma narradora de dezesseis anos, Tarântula Negra, que explora identidades alternativas como assassina e prostituta, copia trechos de livros pornográficos em que se imagina a protagonista e participa de atos sexuais públicos. A autora faz uma colagem na qual suas próprias palavras se somam às de Marquês de Sade sobre Justine; mistura sua vida com a autobiografia de William Butler Yeats, a vida de Moll Cutpurse, “a rainha regente do desgoverno, a garota arruaceira, a tirana benevolente dos ladrões e assassinos da cidade, a dama urso”, entre outros. Os temas de alienação e sexualidade objetificada do livro se repetem em textos posteriores. “No início dos anos 1970, a Tarântula Negra anunciava uma escrita, uma literatura queer. Em meio a mais de uma dezena de vozes e personagens, o gênero flui. De repente, ela vira ele, depois volta a ser ela. Uma memória de infância masculina entra na narrativa de uma personagem feminina como sendo sua. Uma mulher enquanto se masturba ou trepa sente seu pau, num híbrido com o clitóris, despretensiosamente destruindo o falo por meio de um delírio orgástico que simplesmente acaba com o ideal da virilidade e com a suposta inveja feminina pela ausência do mesmo. Em sua loucura de prazeres livres, Acker anunciava uma possibilidade que ganharia forma, alguns anos depois, especialmente nas primeiras obras de Judith Butler”. (Flá Lucchesi, prefácio da edição brasileira)

  • Encadernação
    BROCHURA
  • ISBN
    9786588301005
  • Peso
    200 gr
  • Formato
    13 × 0.4 × 21 cm

Descrição

Primeiro livro de Kathy Acker, A vida infantil da tarântula negra, por Tarântula Negra, é uma experiência literária na qual o processo de apropriação e colagem é central para a busca de identidade da narradora. Acker cria uma narradora de dezesseis anos, Tarântula Negra, que explora identidades alternativas como assassina e prostituta, copia trechos de livros pornográficos em que se imagina a protagonista e participa de atos sexuais públicos. A autora faz uma colagem na qual suas próprias palavras se somam às de Marquês de Sade sobre Justine; mistura sua vida com a autobiografia de William Butler Yeats, a vida de Moll Cutpurse, “a rainha regente do desgoverno, a garota arruaceira, a tirana benevolente dos ladrões e assassinos da cidade, a dama urso”, entre outros. Os temas de alienação e sexualidade objetificada do livro se repetem em textos posteriores. “No início dos anos 1970, a Tarântula Negra anunciava uma escrita, uma literatura queer. Em meio a mais de uma dezena de vozes e personagens, o gênero flui. De repente, ela vira ele, depois volta a ser ela. Uma memória de infância masculina entra na narrativa de uma personagem feminina como sendo sua. Uma mulher enquanto se masturba ou trepa sente seu pau, num híbrido com o clitóris, despretensiosamente destruindo o falo por meio de um delírio orgástico que simplesmente acaba com o ideal da virilidade e com a suposta inveja feminina pela ausência do mesmo. Em sua loucura de prazeres livres, Acker anunciava uma possibilidade que ganharia forma, alguns anos depois, especialmente nas primeiras obras de Judith Butler”. (Flá Lucchesi, prefácio da edição brasileira)

Informação adicional

Peso 0,2 kg
Dimensões 21 × 13 × 0,4 cm

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