DESIGUALDADE REEXAMINADA
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ISBN: 9788501057051
ANO DE EDIÇÃO: 2001
PÁGINAS: 304
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.7
PESO: 366G
ANO DE EDIÇÃO: 2001
PÁGINAS: 304
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.7
PESO: 366G
Amartya Kumar Sen nasceu em Santiniketan, índia, em 1933. Foi professor na Delhi School of Economics, no London School of Economics, em Oxford e em Harvard, onde, por uma década, lecionou Economia e Filosofia. Desde 1998 é Reitor do Trinity College, Cambridge (onde, em 1959, recebeu seu Ph. D.). Sen ocupa uma posição singular entre os economistas modernos: é um notável economista teórico, uma autoridade mundial em teoria da escolha social e economia do bem-estar social; é um pesquisador de ponta em economia do desenvolvimento, estudando a eficiência de investimentos em países pobres e realizando análises econômicas inovadoras sobre a fome; tem influenciado enormemente análises e programas de organismos da ONU e do Banco Mundial, entre outros. Ajudou na elaboração do novo cálculo do chamado índice de Desenvolvimento Humano, publicado este ano, que provocou críticas de economistas do governo brasileiro. Publicou, entre muitos outros, Poverty and Famines (1981) e Choice, Welfare and Measurement (1982). Desde o início da década de 70, Sen vem realizando uma crítica rigorosa e sistemática dos fundamentos da economia do bem-estar social e das limitações (teóricas e práticas) de suas conseqüências. Em 1998, ganhou o Nobel de Economia “por suas contribuições à economia do bem-estar social”. Dentre elas, destacam-se estudos mostrando que as verdadeiras causas da pobreza (e da fome) não são eliminadas pelos booms econômicos e conseqüentes aumentos de renda média anual. Dizendo-o de modo um tanto enigmático: existem mais coisas envolvidas no “desenvolvimento humano” do que o simples reducionismo do bem-estar econômico (isto é, ver valor intrínseco somente nas satisfações, medidas homogeneamente como utilidades) permite conceber. Aceita-se hoje que, em política econômica e filosofia moral e política, todos, em algum momento, defendemos a igualdade de alguma coisa. Mas qual a métrica que um igualitarista deve usar para melhor avaliar a extensão da realização da igualdade em sociedade? Ou ainda: qual aspecto da condição de uma pessoa deve contar como fundamental? No célebre artigo “Equality of what?” (1980), Sen apontou “o que deve afinal ser igualado?” como a pergunta fundamental para a compreensão do igualitarismo. Um novo exame da desigualdade é, ao mesmo tempo, uma apresentação sistemática das dificuldades a serem enfrentadas por qualquer teoria que pretenda responder essa pergunta e uma defesa da resposta de Sen. Nesse exame, a fronteira entre ética e economia se
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