Descrição
Compreender o ecofeminismo como política, e não como identidade, contribui para visibilizar e desessencializar as lutas camponesas, quilombolas, indígenas, ribeirinhas e das comunidades afetadas pela expansão do capitalismo e do patriarcado nos territórios do Sul Global. Trata-se de uma política contrária à morte, à exploração e à acumulação. No centro estão as práticas de cuidado, que assumem caráter revolucionário ao produzir epistemologias situadas, além de alternativas concretas, capazes de defender a vida em sentido amplo. As reflexões de Ariel Salleh rompem com a linearidade evolutiva darwiniana e marxista, questionam a dicotomia homem/natureza e desmontam os binarismos coloniais que sustentam a modernidade ocidental. Um livro essencial para fortalecer as resistências populares que, hoje, se mostram mais necessárias que nunca.




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