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Por que são tão lindos os cavalos?
Julieta Correa
Editora 34

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Publicado na Argentina em 2024, o primeiro livro de Julieta Correa nasce no exato ponto em que opostos ou alternativas, em vez de divergir, convergem: memória e romance, fato médico e ficção literária, perda e presença, luto e humor. A essas confluências vem se somar mais uma, entre os diários da mãe e as anotações escritas pela filha. A mãe é Sari, mulher de espírito e de letras, às voltas com uma moléstia sem nome que vai fazendo tabula rasa de suas faculdades, de sua verve, de sua voz. A filha é a autora de Por que são tão lindos os cavalos?, às voltas com o emprego, a pandemia, o confinamento e, cada vez mais, os sintomas, as consultas, os lapsos e os silêncios de Sari.

Sem pressa nem plano, Por que são tão lindos os cavalos? parece ir tomando forma diante dos olhos de quem o lê. Mas nada aqui — nem a crônica da demência e da pandemia, nem as vinhetas da vida de bairro ou os verbetes do “léxico familiar” — se faz a esmo. Aos poucos, vai se impondo à autora a suspeita de que a doença tanto apaga como revela. Revela o teor humano de quem padece e, no caso de Sari, traz à luz a suspeita tantas vezes registrada em seus diários quanto ao caráter efêmero e fugidio da experiência humana, na raiz de sua tragédia e de sua beleza.

  • Páginas
    208
  • ISBN
    978-65-5525-260-6
  • Peso
    300 gr

Descrição

Publicado na Argentina em 2024, o primeiro livro de Julieta Correa nasce no exato ponto em que opostos ou alternativas, em vez de divergir, convergem: memória e romance, fato médico e ficção literária, perda e presença, luto e humor. A essas confluências vem se somar mais uma, entre os diários da mãe e as anotações escritas pela filha. A mãe é Sari, mulher de espírito e de letras, às voltas com uma moléstia sem nome que vai fazendo tabula rasa de suas faculdades, de sua verve, de sua voz. A filha é a autora de Por que são tão lindos os cavalos?, às voltas com o emprego, a pandemia, o confinamento e, cada vez mais, os sintomas, as consultas, os lapsos e os silêncios de Sari.

Sem pressa nem plano, Por que são tão lindos os cavalos? parece ir tomando forma diante dos olhos de quem o lê. Mas nada aqui — nem a crônica da demência e da pandemia, nem as vinhetas da vida de bairro ou os verbetes do “léxico familiar” — se faz a esmo. Aos poucos, vai se impondo à autora a suspeita de que a doença tanto apaga como revela. Revela o teor humano de quem padece e, no caso de Sari, traz à luz a suspeita tantas vezes registrada em seus diários quanto ao caráter efêmero e fugidio da experiência humana, na raiz de sua tragédia e de sua beleza.

Informação adicional

Peso 0,3 kg
Dimensões 15 × 22,5 cm

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