MANIFESTO ANTIMATERNALISTA
- Autor(a): Vera Iaconelli
- Editora: Zahar
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AUTOR: Vera Iaconelli
ISBN: 9786559791309
ANO DE EDIÇÃO: 2023
PÁGINAS: 256
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: -1 X -1
PESO: 320G
ISBN: 9786559791309
ANO DE EDIÇÃO: 2023
PÁGINAS: 256
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: -1 X -1
PESO: 320G
Uma denúncia contundente da armadilha ideológica que responsabiliza as mulheres pelo cuidado com as próximas gerações.
Notória especialista no tema da parentalidade, a psicanalista Vera Iaconelli apresenta sua contribuição mais radical para a crítica da ideologia que considera as mulheres insubstituíveis no cuidado com as crianças. Com clareza e concisão, a autora sublinha a dimensão política do trabalho reprodutivo, já que cuidar das novas gerações é uma tarefa imprescindível para a manutenção da sociedade.
Neste Manifesto antimaternalista, ela lança nova luz sobre a teoria psicanalítica, revisitando autores como Freud, Lacan e Winnicott, e incorporando contribuições vindas dos estudos de gênero e das relações raciais, do pensamento decolonial e das reflexões sobre os efeitos do neoliberalismo na construção das subjetividades.
O livro aborda a diferenciação entre gestar, assumir o parentesco e cuidar de uma vida, e, sem homogeneizar a categoria “mulher”, reconhece que a experiência da parentalidade é determinada por fatores como raça, classe, gênero e faixa etária. Para Iaconelli, os embates sobre o cuidado e a reprodução da vida são embates políticos — e a psicanálise é uma arma da qual não podemos abrir mão.
Notória especialista no tema da parentalidade, a psicanalista Vera Iaconelli apresenta sua contribuição mais radical para a crítica da ideologia que considera as mulheres insubstituíveis no cuidado com as crianças. Com clareza e concisão, a autora sublinha a dimensão política do trabalho reprodutivo, já que cuidar das novas gerações é uma tarefa imprescindível para a manutenção da sociedade.
Neste Manifesto antimaternalista, ela lança nova luz sobre a teoria psicanalítica, revisitando autores como Freud, Lacan e Winnicott, e incorporando contribuições vindas dos estudos de gênero e das relações raciais, do pensamento decolonial e das reflexões sobre os efeitos do neoliberalismo na construção das subjetividades.
O livro aborda a diferenciação entre gestar, assumir o parentesco e cuidar de uma vida, e, sem homogeneizar a categoria “mulher”, reconhece que a experiência da parentalidade é determinada por fatores como raça, classe, gênero e faixa etária. Para Iaconelli, os embates sobre o cuidado e a reprodução da vida são embates políticos — e a psicanálise é uma arma da qual não podemos abrir mão.
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