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WALTER BENJAMIN – BARBÁRIE E MEMÓRIA ÉTICA
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Zouk

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Walter Benjamin foi um profanador da tradição, uma espécie de Anjo Satanás – aquele que carrega rebelião e iluminação profana. Walter Benjamin pode ser pensado como um rabbi marxista cuja teologia havia se materializado através de sua relação com os objetos; seu Medium era a linguagem, sua força de pervivência: a história, a história dos excluídos. Assim, Benjamin via na pauperização moderna dos processos de preservação da memória, bem como na manipulação estética da política, o avançar do inimigo que não cessava de vencer: a barbárie. Mas ele sempre deixou igualmente muito claro que “não há documento de cultura que não seja também documento de barbárie”. Disso decorre nosso ceticismo em relação à história e àqueles que a escreveram. O que nos leva, imediatamente, ao apelo por uma ética da memória que seja capaz, mesmo que, gestualmente, ler a história a contrapelo. Não nos admira que uma das palavras mais recorrentes nos textos desse rabino marxista seja tarefa. Mas qual era a sua? En

  • Seção
    Ensaios/Humanidades
  • Ilustração
  • Ano de edição
    1
  • Páginas
    202
  • Encadernação
    BROCHURA
  • ISBN
    9786557780053
  • Peso
    250 gr
  • Formato
    16 × 23 × 1.1 cm
  • Palavras-chave
    Filosofia, Walter Benjamin

Descrição

Walter Benjamin foi um profanador da tradição, uma espécie de Anjo Satanás – aquele que carrega rebelião e iluminação profana. Walter Benjamin pode ser pensado como um rabbi marxista cuja teologia havia se materializado através de sua relação com os objetos; seu Medium era a linguagem, sua força de pervivência: a história, a história dos excluídos. Assim, Benjamin via na pauperização moderna dos processos de preservação da memória, bem como na manipulação estética da política, o avançar do inimigo que não cessava de vencer: a barbárie. Mas ele sempre deixou igualmente muito claro que “não há documento de cultura que não seja também documento de barbárie”. Disso decorre nosso ceticismo em relação à história e àqueles que a escreveram. O que nos leva, imediatamente, ao apelo por uma ética da memória que seja capaz, mesmo que, gestualmente, ler a história a contrapelo. Não nos admira que uma das palavras mais recorrentes nos textos desse rabino marxista seja tarefa. Mas qual era a sua? En

Informação adicional

Peso 0.25 kg
Dimensões 1.1 × 16 × 23 cm

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